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Câmara da Guarda confirma buscas da PJ e total disponibilidade para colaborar

Polícia Judiciária realiza buscas na Câmara da Guarda e na Biblioteca Municipal no âmbito de inquérito por participação económica em negócio e prevaricação; autarquia coopera

Câmara da Guarda
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  • A Câmara Municipal da Guarda confirmou buscas da Polícia Judiciária nos Paços do Concelho e na Biblioteca Municipal, na manhã desta quinta-feira, entregando toda a documentação solicitada.
  • As buscas foram realizadas pelo Departamento de Investigação Criminal da Guarda, visaram três empresas do norte, a Biblioteca Municipal da Guarda e a própria Câmara Municipal.
  • O objetivo da investigação é esclarecer suspeitas de participação económica em negócio e prevaricação de titular de cargo político, com alegado favorecimento de certas empresas na contratação de eventos.
  • A Câmara, liderada por Sérgio Costa, afirmou total disponibilidade para colaborar com as autoridades e reforçou o compromisso com a transparência e a legalidade.
  • Os elementos probatórios recolhidos serão analisados e, depois, apresentados à investigação.

A Câmara Municipal da Guarda confirmou ter sido alvo de buscas da Polícia Judiciária (PJ) esta manhã. As ações ocorreram nos Paços do Concelho e na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, com a Câmara a entregar a documentação solicitada.

Segundo a PJ, as buscas visaram recolher provas no âmbito de um inquérito por participação económica em negócio e prevaricação de titular de cargo político. Foram também efetadas diligências em três empresas do norte do país.

A autarquia frisou que colaborou plenamente, disponibilizando todos os elementos solicitados e assegurando transparência no processo. Não houve adiamentos na entrega de documentos relevantes.

A investigação foca o órgão executivo eleito no mandato anterior, com suspeitas de práticas que poderão ter prejudicado a legalidade na contratação pública de eventos. Têm também sido recolhidos elementos probatórios para análise.

Os elementos recolhidos pela PJ serão analisados e depois incorporados à investigação. A nota da Câmara reforça o compromisso com a legalidade e o funcionamento público sem interferência externa.

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