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Filho de António Costa troca grupo de média por agência de lobbying

Filho de António Costa troca grupo de media por agência de lóbi Harmon, visando papel estratégico no crescimento da empresa em Portugal

Pedro Costa era diretor-geral da GCI Media Group
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  • Pedro Costa, filho do ex-primeiro-ministro António Costa, deixou a Junta de Freguesia de Campo de Ourique em abril de 2024 após divergências com o autarca de Lisboa, Carlos Moedas, e já tinha liderado a órgão entre 2020 e 2024.
  • Passou a exercer funções de senior advisor na Harmon, agência de lóbi que se apresenta como consultora de estratégias de não-mercado em Portugal e Espanha.
  • A Harmon pretende que Pedro Costa desempenhe um papel estratégico no crescimento e posicionamento da empresa no mercado português, que tem cerca de um ano de atividade em Portugal.
  • Desde maio de 2024, Pedro Costa era também diretor-geral do GCI Media Group, posição que assumiu após sair da liderança da Junta.
  • a mudança ocorre pouco depois de o Presidente da República ter promulgado a lei do lóbi.

Pedro Costa, filho do ex-primeiro-ministro António Costa, trocou a media pelo lobbying. Entre 2020 e 2024 liderou a Junta de Freguesia de Campo de Ourique, de onde se licenciou em abril de 2024 após alegadas divergências com Carlos Moedas.

A nova posição envolve a Harmon, agência de lobbying que se apresenta como especializada em estratégias de não-mercado em Portugal e Espanha. O objetivo é que Costa desempenhe um papel estratégico no crescimento e posicionamento da Harmon no mercado português.

Costa já tinha passado a líder de operações da GCI Media Group em maio de 2024. A passagem ocorre pouco depois da promulgação da nova lei do lobbying pelo Presidente da República.

Contexto institucional

Antes de integrar a Harmon, Pedro Costa manteve atuação política pelo PS entre 2017 e 2024, como vogal e, depois, presidente da Junta de Campo de Ourique. A renúncia em abril de 2024 terá sido motivada por condições pessoais e políticas, segundo o autarca de Lisboa, Carlos Moedas.

Dez dias após a saída, Costa passou a liderar a GCI, reforçando a transição para funções ligadas ao setor privado. A mudança ocorre num momento de maior atenção regulatória ao lobbying em Portugal.

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