- A CDU de Famalicão afirmou que o orçamento da Câmara Municipal não responde às necessidades da população e evidencia a ausência de um novo ciclo político no concelho.
- Mesmo sendo o maior de sempre, com cerca de 256 milhões de euros, o crescimento resulta principalmente de financiamento europeu, não refletindo um reforço estrutural da massa financeira.
- O partido sustenta que os números não correspondem a desenvolvimento real nem a melhoria das condições de vida das pessoas.
- Critica um modelo centrado na promoção externa do concelho, em detrimento das funções sociais, apontando défices em habitação, mobilidade, proteção ambiental e na redução de desigualdades entre freguesias.
- Conclui que o orçamento não satisfaz as necessidades reais da população e não promove a coesão territorial e social, pelo que vai votar contra na Assembleia Municipal.
A CDU de Famalicão acusa que o orçamento apresentado pela Câmara Municipal não satisfaz as necessidades da população. A crítica surge após a divulgação de um orçamento que, segundo o partido, confirma a continuidade de um ciclo político na cidade de Vila Nova de Famalicão.
Alega-se que o valor total, de cerca de 256 milhões de euros, é o maior de sempre, mas resulta principalmente de financiamento extraordinário europeu. Não representa, na prática, um reforço estrutural da capacidade financeira do município.
Para a CDU, aumentar números não equivale a desenvolvimento real nem a melhoria das condições de vida. O partido aponta a continuidade de um modelo centrado na promoção externa do concelho, em detrimento das funções sociais locais.
Críticas à habitação e serviços públicos
Entre as áreas apontadas, destacam-se habitação, mobilidade, proteção ambiental e combate às desigualdades entre freguesias. A CDU sustenta ainda que o orçamento não promove a coesão territorial e social, e anunciará o seu voto contra na Assembleia Municipal.
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