- O Presidente da República não comentou a demissão da ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral.
- Maria Lúcia Amaral pediu exoneração e confirmou a saída; o Presidente aceitou o pedido.
- Luís Montenegro ficará à tutela da pasta de forma transitória até apresentar uma proposta de sucessor.
- Marcelo Rebelo de Sousa disse que não se vai substituir ao juízo tomado e que quer respeitar a decisão da ministra.
- A demissão ocorreu após críticas à gestão das tempestades em Portugal nas últimas duas semanas.
O Presidente da República não comentou a demissão da ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, confirmada pelo próprio chefe de Estado. Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que não iria substituição ao juízo feito pela decisão e que respeita a vontade da ministra.
O anúncio da saída foi feito minutos depois de o Presidente aceitar o pedido de exoneração. A ministra deixou o cargos após críticas à gestão da situação provocada pelas tempestades que afetaram o país nas últimas semanas.
Na sequência, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, ficará à frente da pasta de forma transitória, até apresentar uma proposta de sucessor ao Presidente da República. A matéria envolve o governo português e decisões sobre a condução da Administração Interna.
Acompanhamento institucional
A exoneração ocorre numa altura em que o Governo está a reestruturar funções após críticas à atuação na gestão de tempestades. O ato permite ao Executivo reorganizar responsabilidades e preparar a nomeação de um substituto definitivo.
O Presidente lembrou que, segundo a lei orgânica, o primeiro-ministro assume provisoriamente a pasta até ao envio de uma proposta de futuro para o cargo. O Ministério da Administração Interna manterá funcionamento normal durante o período transitório.
Entre na conversa da comunidade