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BE defende saída da ministra da Administração Interna, tida como a mais

BE exige demissão da ministra da Administração Interna por inadequação na gestão das tempestades, aumentando a pressão sobre o Governo

José Manuel Pureza, Bloco de Esquerda
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  • O Bloco de Esquerda pediu a saída de Maria Lúcia Amaral do cargo de ministra da Administração Interna, considerando que está a mais no Governo.
  • O coordenador nacional do BE, José Manuel Pureza, afirmou que a ministra não esteve à altura das responsabilidades durante as tempestades que afetaram o país.
  • O BE apresentou iniciativas legislativas para apoiar as populações afetadas e questionou se o Primeiro-Ministro substituiria a ministra, como já foi sugerido por outros.
  • Fabian Figueiredo criticou a gestão da crise e o silêncio da ministra sobre a saída do comandante da Proteção Civil e a participação do secretário de Estado numa cerimónia da GNR.
  • O BE espera que Maria Lúcia Amaral coloque o lugar à disposição ou que o Primeiro-Ministro a demita, substituindo-a por alguém à altura da função.

O BE pediu a demissão de Maria Lúcia Amaral do cargo de ministra da Administração Interna, argumentando que está a mais no Governo e que não correspondia às responsabilidades face às crises que atingiram o país. A posição foi divulgada durante uma conferência de imprensa na Assembleia da República, com o coordenador nacional, José Manuel Pureza, a falar em nome do partido.

Pureza afirmou que, se o Governo aplicasse as críticas feitas pelo PSD a anteriores executivos, haveria menos cadeiras ocupadas no Conselho de Ministros. O BE entende que já é tempo de enfrentar a situação com seriedade, sem tolerar permanências consideradas prejudiciais ao país.

Junto de Fabian Figueiredo, deputado único do BE, o líder socialista apelou à apresentação de um conjunto de iniciativas legislativas para apoiar quem ficou afetado pelas tempestades. O conjunto de propostas surge no contexto de críticas à gestão da crise pelas autoridades competentes.

O BE questionou ainda a atuação da ministra em episódios envolvendo o comando das operações durante as tempestades, colocando em causa a comunicação da pasta e o papel de outros membros do Executivo. O partido entende que houve falhas de gestão da crise e solicita esclarecimentos.

Figueiredo pediu publicamente que a ministra anuncie a sua saída ou que o Primeiro-Ministro substitua-a por alguém considerado mais alinhado com as exigências da função. As perguntas do BE visam esclarecer a atuação ministerial, bem como o timing das decisões tomadas durante a crise.

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