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Após tempestades, turismo acolhe quem perdeu casa ou presta auxílio

Governo lança o programa de alojamento de emergência “O turismo acolhe” para desalojados e trabalhadores, com disponibilidade até 28 de fevereiro

O concelho de Leiria foi um dos mais afectados pela tempestade Kristin
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  • Governo lança o programa “o turismo acolhe” para alojamento temporário de quem ficou desalojado pelas intempéries, através do Turismo de Portugal.
  • O objetivo é mobilizar entidades exploradoras de empreendimentos turísticos e alojamento local, incluindo trabalhadores públicos envolvidos na reconstrução.
  • Beneficiários: moradores com residência principal em 69 concelhos sob estado de calamidade; é preciso comprovar carência e necessidade de alojamento temporário junto do município.
  • Alojamento pode custar até 60 euros por noite por unidade (com pequeno-almoço); adesão é voluntária e há 12 unidades inscritas inicialmente em várias cidades, incluindo hotéis de grupos, e unidades de alojamento local; o apoio pode estender-se até 28 de fevereiro, com possível prorrogação.
  • O programa surge no contexto do estado de calamidade e pretende responder à necessidade imediata de soluções de alojamento em contexto de emergência; informações sobre adesão e lista de empreendimentos estão disponíveis através dos meios oficiais.

O Governo lançou uma linha de alojamento de emergência para quem ficou desalojado pelas tempestades que afectam o país. O programa, denominado “O turismo acolhe”, é coordenado pelo Turismo de Portugal e visa assegurar alojamento temporário, seguro e digno em unidades de turismo e alojamento local.

A medida mobiliza entidades exploradoras de empreendimentos turísticos e de alojamento local para disponibilizarem unidades de alojamento em regime temporário e excepcional. Destina-se às populações afectadas pela tempestade Kristin e aos trabalhadores envolvidos na reconstrução.

Condições de elegibilidade

Para as populações, a residência principal deve situar-se num dos 69 concelhos abrangidos pelo estado de calamidade, e é necessária comprovarem carência e necessidade de alojamento temporário junto do município.

Adesão e condições de utilização

Para os trabalhadores, é preciso demonstrar que as despesas não são cobertas por entidades públicas ou associações, mediante declaração emitida pelo Turismo de Portugal. O programa vigora até 28 de Fevereiro e pode ser prorrogado consoante a avaliação da situação.

Até ao momento, existem 12 unidades de alojamento inscritas, com disponibilidade de quartos em várias cidades, incluindo Tomar, Ovar, Óbidos, Ourém, Abrantes, entre outras, em hotéis de grupos conhecidos e em unidades de alojamento local. A adesão é voluntária, podendo haver pagamento até 60 euros por noite por unidade (com pequeno-almoço) ou, se menor, mediante redução de 10% sobre a melhor tarifa do estabelecimento.

A lista de empreendimentos aderentes e contactos atualizados encontra-se com o Turismo de Portugal. O programa surge no âmbito do estado de calamidade em vigor e responde à necessidade imediata de soluções de alojamento em contexto de emergência.

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