- A abstenção na segunda volta manteve-se próxima da primeira, em 49,91%, face a 47,74% na primeira votação.
- Em território nacional, a abstenção subiu de 38,50% para 41,24%.
- Houve menos 280 mil eleitores a deslocarem-se às urnas, com seis consulados por contabilizar e vários concelhos adiados para domingo seguinte devido às tempestades.
- O número total de votantes caiu de 5,7 milhões para 5,4 milhões; em território nacional, menos 296 mil eleitores votaram.
- Concelhos em calamidade registaram maior abstenção em Nazaré (51,94%), e menor em Vila de Rei (29,84%); os votos brancos subiram para cerca de 173 mil e os nulos para 97 mil, somando 271 mil.
A abstenção na segunda volta das eleições presidenciais manteve-se próxima da registrada na primeira, apesar das tempestades. A taxa global ficou em 49,91%, frente a 47,74% na primeira votação. No fronte nacional, a abstenção subiu de 38,50% para 41,24%.
Foram 280 mil eleitores a menos que foram às urnas, ainda com resultados pendentes em seis consulados e em concelhos que irão votar no próximo domingo devido aos estragos climáticos. O total de votantes caiu de 5,7 milhões para 5,4 milhões em todo o território.
Dos 65 concelhos em calamidade que participaram, Nazaré registou a maior abstenção, 51,94%, seguido por Pombal (51,86%) e Murtosa (51,37%). Vila de Rei (29,84%), Sardoal (30,70%) e Mação (32,54%) tiveram as menores taxas entre os afetados.
Votos brancos e nulos
Enquanto a abstenção manteve o padrão da primeira volta, os votos em branco quase triplicaram, de 61 237 para cerca de 173 mil. Os votos nulos aumentaram 50%, totalizando 97 mil. No conjunto, brancos e nulos passaram de 126 mil para 271 mil, sem atingir o recorde de 2011.
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