- Mariana Leitão, líder da Iniciativa Liberal, felicitou António José Seguro pela eleição para a presidência da República e pediu que imponha um sentido de exigência e urgência nas transformações do país.
- Disse ter telefonado para dar os parabéns e desejou sucesso ao presidente eleito, afirmando que o seu êxito será também o do país.
- Sobre o discurso de vitória, a dirigente considerou que é necessária essa exigência para avançar com transformações essenciais.
- Concluiu que o presidente deve ser o “de todos os portugueses”, com a missão de assegurar o caminho correto para que as pessoas vivam melhor.
- Em Pataias, Alcobaça, Leitão falou durante uma visita a uma escola destruída pela tempestade Kristin; na eleição presidencial, Seguro obteve cerca de dois terços dos votos (~3,48 milhões), enquanto André Ventura teve acima de 1,7 milhões; a tomada de posse é a 9 de março.
Mariana Leitão, líder da Iniciativa Liberal (IL), felicitou António José Seguro pela eleição como presidente da República e pediu exigência e urgência nas transformações do país. A informação foi mantida por telefone, disse a dirigente.
A dirigente revelou ter ligado a Seguro para lhe dar os parabéns, acrescentando que o sucesso do presidente eleito será o sucesso do país. Leitão enalteceu o discurso de vitória, em que Seguro prometeu ser exigente.
‘De facto, impõe-se essa exigência’, afirmou Leitão, acrescentando que Seguro deve impor urgência em transformações essenciais para o desenvolvimento nacional e melhores oportunidades para todos os portugueses.
Questionada sobre o alinhamento político do Presidente, Leitão disse que Seguro, como líder de todos os portugueses, deverá assegurar o caminho certo para a vida de todos os cidadãos, independentemente de partidos.
A líder falou em Pataias, Alcobaça, onde visitou uma escola destruída pela tempestade Kristin, sinalizando que o país tem desafios a enfrentar com apoio institucional.
No domingo, António José Seguro foi eleito presidente com cerca de 3,48 milhões de votos (aproximadamente 67%), frente a André Ventura, que teve mais de 1,7 milhões (cerca de 33%). Faltaram apurar 20 freguesias.
A tomada de posse do novo chefe de Estado está marcada para 9 de março, segundo fontes oficiais.
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