- Ventura recebe menos de um terço dos votos, muito aquém do esperado após a primeira volta.
- A direita, com PSD, Il, CDS e Cotrim Figueiredo, não apelou unidamente ao voto contra Ventura, contribuindo para a sua normalização.
- Paulo Núncio afirmou que Ventura tem legitimidade democrática e não é um candidato antidemocrata.
- Seguro duplica a votação em relação à volta anterior, mantendo a vantagem inicial.
- A análise aponta que era previsível que Ventura reunisse parte do voto da direita, mas o resultado ficou aquém do esperado.
Ventura teve menos de um terço dos votos na segunda volta, um resultado fora do esperado. A derrota aponta para uma dinamica de voto ainda incerta no espectro da direita.
A direita, outrora dominante eleitoralmente, inclui PSD, IL, CDS e Cotrim Figueiredo, que não pediram voto contra Ventura. A análise aponta contributo para a normalização de Ventura, sem que se considere um candidato antidemocrata, segundo Paulo Núncio.
Seguro duplicou a votação na segunda volta, enquanto Ventura acrescentou menos de um terço do que obteve na primeira volta. O desfecho reforça a surpresa face às expectativas anteriores sobre o alinhamento do eleitorado de direita.
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