- A votação das Eleições Presidenciais prevista para domingo foi adiada em todas as secções de Alcobertas e na secção de Azinheira, em Rio Maior.
- A decisão foi tomada pela Câmara Municipal de Rio Maior, em articulação com os presidentes de Juntas, devido aos graves danos nas vias e à manutenção de condições de alto risco após as intempéries que levaram à Situação de Calamidade.
- A dificuldade de deslocação dos eleitores às assembleias de voto levou à suspensão, com a votação a realizar-se no próximo dia 15 de fevereiro.
- Caso o risco se mantenha ou agrave, poderá ser determinada a não realização da votação noutras assembleias do concelho; entre as áreas sob avaliação está Correias, na União de Freguesias de Outeiro da Cortiçada e Arruda dos Pisões.
- No âmbito nacional, já foram registadas 13 mortes e o Governo prolongou a calamidade até 15 de fevereiro para 68 concelhos, com medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
A Câmara Municipal de Rio Maior adiou a votação das Eleições Presidenciais em todas as secções de Alcobertas e na secção de Azinheira, devido às dificuldades de deslocação dos eleitores. A decisão foi comunicada esta sexta-feira às populações.
A suspensão ocorre no âmbito da Freguesia de Alcobertas e da Azinheira, onde várias vias estão encerradas e há relatos de desalojados. O autarca anunciou que os eleitores enfrentam obstáculos relevantes para chegar às assembleias de voto.
De acordo com a Lei Eleitoral, a votação nestas localidades será realizada no próximo dia 15 de fevereiro. A Câmara avisa que, caso persista o risco ou se agrave, poderá manter ou ampliar a suspensão para outras assembleias do concelho.
Contexto de calamidade e avaliação geográfica
A autarquia indica que as condições adversas resultaram da passagem de depressões e da declaração de Situação de Calamidade no município, com estradas cortadas e danos generalizados nas infraestruturas.
Foram já notificadas várias localidades, incluindo Correias, onde se avalia a possibilidade de novas medidas. O Governo mantém a calamidade em 68 concelhos de Portugal continental com apoio financeiro até 2,5 mil milhões de euros.
As tempestades riquezas dos últimos dias deixaram danos significativos, com quedas de árvores, interrupções em serviços, escolas e transportes. Regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo continuam mais afetadas.
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