- O JPP fez um balanço dos primeiros cem dias de governação da Câmara Municipal do Funchal, criticando a falta de estratégia para a cidade e a demolição irreversível da Quinta das Tangerinas.
- António Trindade questionou que ideia existe para o Funchal após três meses de mandato, alegando que não houve evolução nos problemas de habitação, trânsito e custo de vida, e hablando numa “vareação tarifeira”.
- O JPP afirma que o executivo se limita a medidas de continuidade e a pequenos apoios sociais, sem uma visão de cidade inteligente, sustentável e orientada para o futuro, alinhada com diretrizes europeias.
- A demolição da Quinta das Tangerinas é apresentada como exemplo de ausência de política de património; vereadores do JPP disseram ter estado junto das pessoas desde a primeira hora e pediram esclarecimentos, sublinhando que já não é reversível.
- A bancada alerta para pressão imobiliária excessiva que afeta a qualidade de vida, defendendo habitação pública para todas as faixas económicas com rendas ajustadas aos rendimentos; dizem que, depois de três meses, não foram definidos planos para habitação, mobilidade e custo de vida, mantendo oposição responsável e acordo com cerca de noventa por cento das propostas do executivo.
O Juntos Pelo Povo (JPP) avaliou os primeiros 100 dias do governo PSD/CDS da Câmara Municipal do Funchal (CMF) em reunião da vereação. O partido aponta a ausência de uma estratégia clara para a cidade e critica a demolição da Quinta das Tangerinas, descrita como irreversível.
António Trindade questiona qual é a ideia para o Funchal após três meses de mandato, alegando que não houve melhoria nos problemas de habitação, trânsito e custo de vida. O JPP acusa uma ação de continuidade com pequenos apoios sociais, sem rumo para uma cidade inteligente e sustentável.
Para o JPP, a demolição da Quinta das Tangerinas evidencia falhas de política de património. Trindade lembra que os dois vereadores estiveram perto das pessoas e quepediram esclarecimentos imediatos, sublinhando que o processo não é reversível.
A pressão imobiliária é apontada como fator que prejudica a qualidade de vida dos residentes. O partido alerta que nem tudo pode favorecer o mercado, deixando moradores em aflição para viver na cidade.
Os vereadores destacam que habitação pública não é sinónima de habitação social, abrangendo todas as faixas económicas com rendas ajustadas. Após três meses, dizem, não foram apresentados planos firmes para habitação, mobilidade e custo de vida.
Apesar das críticas, o JPP afirma manter uma oposição responsável, afirmando ter concordado com cerca de 90% das propostas do executivo PSD/CDS.
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