- Os vereadores do Chega na Câmara Municipal do Funchal defenderam atualizar a Carta do Património após a demolição da Quinta das Tangerinas, para evitar episódios semelhantes e preservar as quintas tradicionais da Madeira.
- O porta-voz Luís Filipe Santos afirmou ter tentado apurar a factualidade do caso e reforçou a necessidade de atualizar o documento patrimonial.
- O Chega alertou ainda para o estado do Caminho Velho da Igreja de São Roque, que, segundo o partido, não é asfaltado há mais de vinte anos e exige intervenção urgente.
- Foi referida a existência de estacionamento abusivo no Caminho da Chamorra, com viaturas de oficinas supostamente estacionadas na via pública.
- No âmbito da revisão do PAMUS, o partido pediu que estas situações sejam consideradas e defendeu maior regulação do estacionamento por oficinas.
O grupo municipal do Chega no Funchal defende a atualização da Carta do Património Municipal após a demolição da Quinta das Tangerinas, visando evitar episódios semelhantes e preservar as quintas tradicionais da Madeira. A ideia surgiu após a reunião de vereação desta quinta-feira.
O vereador Luís Filipe Santos explicou que o processo visou apurar factos relativos à demolição e que a atualização da Carta do Património é essencial para salvaguardar o património local. O objetivo é evitar que situações idênticas se repitam no futuro.
Estado do Caminho Velho
Além da matéria patrimonial, o Chega aponta para o estado do Caminho Velho da Igreja de São Roque, que classificam como deteriorado. A via não recebe asfaltamento há mais de 20 anos, o que demanda intervenção urgente por parte da autarquia.
Estacionamento no Caminho da Chamorra
O grupo chamou ainda a atenção para o estacionamento abusivo de viaturas junto ao Caminho da Chamorra, alegadamente ligadas a oficinas. A questão foi apresentada no âmbito da revisão do PAMUS, com o Chega a defender maior regulação da prática na via pública.
PAMUS e regulação de atividades
No âmbito da revisão do Plano de Acção de Mobilidade Urbana Sustentável da Madeira, o Chega pediu que a situação seja integrada, defendendo mecanismos que disciplinem o estacionamento por parte de oficinas na via pública.
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