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Ventura recusa apelo ao voto; Seguro acusa-o de querer mudar de regime

Ventura recusa apelar ao voto devido à tempestade; Seguro acusa-o de querer «mudar de regime», em contexto de campanha marcada pela crise climática

Foto: Tiago Petinga/Lusa
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  • André Ventura recusou-se a apelar ao voto, alegando que a mensagem deve ajudar a resolver os problemas das populações afetadas pela tempestade, a quatro dias das eleições presidenciais.
  • Ventura admitiu riscos políticos com a sua posição e pediu ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, para cancelar a visita a Espanha, para estar junto das vítimas do mau tempo.
  • António José Seguro, apoiado pelo PS, acusou Ventura de querer “mudar de regime” e de promover cinco anos de turbulência, durante um almoço em Castro Verde (Beja).
  • Seguro afirmou que os dois candidatos apresentam dois perfis e caminhos políticos distintos e destacou a sua promessa de um Presidente que una, moderado e dialogante.
  • Uma sondagem da Universidade Católica indicou vantagem para Seguro (67% vs. 33%), mas o antigo secretário-geral do PS disse que as sondagens não elegem presidentes e pediu participação de todos nas urnas no domingo.

André Ventura recusou apelar ao voto, dizendo que a sua mensagem deve ajudar a resolver problemas das populações afetadas pela tempestade. Aguardam-se quatro dias para as eleições, com Lisboa ainda impactada pela crise climática. Ventura visita Beja, em ação de campanha.

António José Seguro, do PS, questionou se Portugal aceitará cinco anos de turbulência e oposição, acusando o opositor de querer mudar de regime. O apoiado pelo PS discursou em Castro Verde, apontando dois perfis políticos distintos.

Ventura reconheceu riscos políticos na recusa de apelo ao voto, mas manteve o foco nas dificuldades das pessoas afetadas pela tempestade Kristin. Pediu ainda ao Presidente para cancelar a visita a Espanha, para ficar junto das comunidades.

Seguro reafirmou a mensagem de união e moderação, destacando a necessidade de um Presidente que dialogue e exija resultados. Chambadou o apoio em Castro Verde, frisando que os portugueses devem votar para eleger o futuro.

Uma sondagem da Universidade Católica aponta vantagem de Seguro (67% contra 33% para Ventura). Mesmo assim, Seguro advertiu que as sondagens não elegem presidentes e apelou a uma participação de voto massiva no domingo.

Ventura já tinha criticado a deslocação do Presidente à Vaticano e mantém a posição de não apelar ao voto. O foco permanece nas necessidades imediatas das populações afetadas pela tempestade.

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