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Falece José Luís Nogueira de Brito, histórico dirigente do CDS

Morreu José Luís Nogueira de Brito, histórico dirigente do CDS-PP e ex-líder parlamentar, aos 88 anos; CDS afirma que a democracia fica mais pobre

José Luís Nogueira de Brito na tomada de posse como presidente da Cruz Vermelha Portuguesa. Morreu nesta quarta-feira, aos 88 anos
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  • Morreu aos 88 anos José Luís Nogueira de Brito, antigo líder parlamentar e deputado do CDS-PP.
  • Foi eleito deputado à Assembleia da República em 1983 pelo círculo de Braga e presidiu a Comissão de Saúde, Segurança Social e Família.
  • Liderou a bancada parlamentar do CDS-PP na III legislatura e ocupou cargos como vice‑presidente do grupo parlamentar e presidente do Conselho Nacional do partido.
  • Desempenhou funções de sub-secretário de Estado do Trabalho e da Presidência (1969‑1972) e de secretário de Estado do Urbanismo e Habitação (1972‑1974).
  • Em 2003 tornou‑se presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, cargo que desempenhou até 2005; o CDS‑PP destacou o seu legado de humanismo e democracia.

José Luís Nogueira de Brito, antigo líder parlamentar do CDS-PP, morreu nesta quarta-feira aos 88 anos. O partido confirmou a notícia e assinalou a sua importância para a democracia portuguesa.

O CDS-PP descreve-o como uma referência do partido, da democracia e de Portugal, destacando a decência, integridade e elevação do seu percurso político e público.

Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, Nogueira de Brito foi eleito deputado pelo círculo de Braga em 1983. Natural de Barcelos, liderou a Comissão de Saúde, Segurança Social e Família e integrou a bancada na III legislatura.

Ao longo da carreira, ocupou ainda várias funções no CDS-PP, incluindo vice-presidente do grupo parlamentar, vice-presidente da Comissão Política e presidente do Conselho Nacional. Renunciou ao mandato em 1995.

No Governo, foi subsecretário de Estado do Trabalho e da Presidência (1969-1972) e secretário de Estado do Urbanismo e Habitação (1972-1974). Em 2003 tomou posse como presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, cargo que exerceu até 2005.

O CDS-PP expressa condolências à família e afirma que a democracia ficou mais pobre com a sua morte, destacando o legado de humanismo e serviço público.

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