- A Comissão Nacional de Eleições (CNE): a lei permite adiar a votação da segunda volta das eleições presidenciais para locais em calamidade, para o domingo seguinte (15 de fevereiro), caso se confirme a situação.
- Ainda não foi tomada nenhuma decisão de adiamento; a nota da CNE clarifica apenas a possibilidade prevista pela lei.
- A decisão pode ser tomada pelos Presidentes de Câmara ou pelos Representantes da República nas regiões autónomas, quando existirem calamidades no dia da eleição ou nos três dias anteriores.
- Em caso de adiamento, a votação é reagendada para o próximo domingo.
- Devido às tempestades, alguns locais de voto já foram alterados; os eleitores devem confirmar o local de voto antes das eleições através do número 3838 ou do site recenseamento.
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) informou que a lei permite adiar a segunda volta das eleições presidenciais, marcada para 8 de fevereiro, em zonas do país onde foi decretada situação de calamidade. Ainda não houve decisão neste sentido.
Consoante a legislação, os Presidentes de Câmara no território continental ou os Representantes da República nas Regiões Autónomas podem reconhecer a impossibilidade de realizar a votação nas assembleias ou secções de voto afetadas, nos dias anteriores à eleição ou no dia da votação. O adiamento ocorre para o domingo seguinte, 15 de fevereiro.
A nota da CNE foi publicada na noite de terça-feira, em pleno funcionamento de regiões que continuam a recuperar da tempestade Kristin. Trata-se de uma previsão legal de caráter preventivo, sem qualquer indicação de adiamento específico já decidido.
Contexto de calamidade
Devido às tempestades, algumas alterações de locais de voto foram necessárias para assegurar o funcionamento normal do processo. A CNE recomenda aos eleitores que verifiquem o local de voto antes das eleições.
Confirmação do local de voto
Os eleitores podem confirmar o local de voto através de uma mensagem para o número 3838 ou pelo site recenseamento. A autoridade eleitoral reforça a importância de confirmar o local atual antes do ato eleitoral.
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