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Carreira médica deveria variar conforme a especialidade, diz diretor executivo

Diretor executivo do SNS defende carreira médica diferenciada por especialidade e região para reduzir desequilíbrios e atrair Medicina Interna

Carrreira médica devia ter condições diferentes consoante a especialidade - diretor executivo
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  • Álvaro Almeida, diretor executivo do Serviço Nacional de Saúde, defendeu que a carreira médica devia prever condições diferentes consoante especialidade e região, para evitar desequilíbrios.
  • A defesa foi feita durante uma audição na comissão parlamentar de Saúde, a pedido do Partido Socialista, sobre as vagas por preencher no internato médico.
  • O responsável argumentou que manter a mesma remuneração para todas as especialidades impede uma atratividade adequada para as áreas deficitárias, como a Medicina Interna.
  • Alegou ainda que a Medicina Interna não tem capacidade para produção adicional, o que agrava o desequilíbrio no SNS.
  • Concluiu que não se resolverá o problema da Medicina Interna enquanto existir o princípio de que todos ganham o mesmo, seja no Amadora-Sintra, no Santo António ou no Porto.

O diretor executivo do Serviço Nacional de Saúde (SNS), Álvaro Almeida, afirmou hoje que a carreira médica deveria prever condições diferenciadas conforme a especialidade e a região do país, para evitar desequilíbrios no sistema. A declaração foi feita durante uma audição na comissão parlamentar de Saúde, solicitada pelo Partido Socialista, sobre vagas por preencher no internato médico.

Em relação ao trabalho de diferentes especialidades, Almeida disse que não é igual o esforço de um médico de Medicina Interna numa urgência como a do hospital de Amadora-Sintra ao de profissionais de outras áreas com horários fixos das 09:00 às 17:00.

O responsável alertou ainda que o modelo atual favorece a atracção por algumas áreas em detrimento de outras, nomeadamente a Medicina Interna, que enfrenta défice de profissionais. Acrescentou que a falta de capacidade de produção adicional agrava o problema dessas especialidades no SNS.

Por fim, Almeida sublinhou que a solução não passa por manter o mesmo regime remuneratório em todos os cenários, independentemente de o médico atuar no Amadora-Sintra, no Santo António ou no Porto, e enfatizou a necessidade de ajustar as condições de carreira para responder às necessidades específicas de cada área.

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