- A Academia Política da JSD/Madeira realizou ontem a sua quarta iniciativa, dedicada ao tema “As Presidenciais e os Desafios Futuros do País”, no Mercado dos Lavradores.
- O orador convidado foi João Paulo Marques, líder de bancada da coligação Funchal Sempre Melhor na Câmara Municipal do Funchal.
- O debate dividiu-se em três áreas: impacto da segunda volta das presidenciais no panorama político nacional; relações entre a República e as regiões autónomas; e aprofundamento da autonomia política.
- Marques afirmou que a autonomia plena da Madeira passa por uma revisão constitucional, seguida de alterações ao Estatuto Político-Administrativo e à Lei das Finanças Regionais.
- Ricardo Freitas, vice-presidente da JSD/Madeira, destacou que a iniciativa cumpre o objetivo formativo e reforçou a importância de refletir sobre as implicações do próximo ato eleitoral para a estabilidade democrática da Madeira e de Portugal.
A Academia Política da JSD/Madeira, espaço formativo dos jovens social-democratas, realizou ontem a sua quarta iniciativa, dedicada ao tema As Presidenciais e os Desafios Futuros do País. O objetivo foi analisar a atual situação política e refletir sobre o papel da principal figura do Estado frente à Autonomia.
O evento decorreu no Mercado dos Lavradores, reunindo jovens militantes e simpatizantes em ambiente de participação aberta. O orador convidado foi João Paulo Marques, líder de bancada da coligação Funchal Sempre Melhor na Câmara Municipal do Funchal.
A sessão dividiu-se em três áreas temáticas escolhidas pelos participantes. O debate iniciou com o potencial impacto da segunda volta das Eleições Presidenciais no panorama político nacional, prosseguindo com discussões sobre Relações República versus Regiões Autónomas e o aprofundamento da Autonomia Política.
Temas discutidos
João Paulo Marques defendeu que a Autonomia plena da Madeira passa pela revisão constitucional, seguida de alterações ao Estatuto Político-Administrativo e à Lei das Finanças Regionais. Outros pontos abordados incluíram a extinção do cargo de Representante da República e o estatuto da Madeira como Região Ultraperiférica.
Ricardo Freitas, vice-presidente da estrutura e coordenador da Academia, destacou que a iniciativa cumpre o objetivo de fomentar formação política, pensamento crítico e trabalho em equipa. Reiterou que as atividades são alinhadas com a atualidade política e, sempre que possível, com componentes práticas.
Sobre o ato eleitoral do próximo domingo, Freitas sublinhou a importância de refletir sobre as implicações para a estabilidade democrática da Madeira e de Portugal, enfatizando a relevância de os jovens compreenderem o funcionamento das instituições regionais e nacionais.
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