- O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou que não serve ter medidas no papel se não for possível executá-las, pedindo coordenação no terreno para evitar desespero entre as populações.
- Falou aos jornalistas à margem das cerimónias fúnebres do cineasta João Canijo, sobre a ação do Governo na resposta à depressão Kristin em Portugal continental.
- Em reunião com o Primeiro-Ministro no Palácio de Belém, avaliou-se a situação para os próximos dias, antevendo quinta-feira e domingo complicados.
- Foi debatida a importância de a máquina do Estado responder aos problemas e de a coordenação funcionar bem, desde as pessoas até às ações logísticas.
- O Presidente anunciou visitas planeadas a Ourém, Pedrógão Grande e às regiões do Mondego, Sado e Tejo, sem datas detalhadas.
Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que não basta ter medidas no papel para responder às consequências do mau tempo. O Presidente da República pediu coordenação eficaz no terreno para evitar que as populações fiquem desesperadas, especialmente nas áreas mais afetadas.
O chefe de Estado explicou que o problema não é a insuficiência das medidas, mas a capacidade de as executar. Observou que é necessário levantar a situação existente para conseguir uma resposta adequada, na sequência da depressão Kristin que afetou Portugal continental.
Em declaração aos jornalistas à margem das cerimónias fúnebres do cineasta João Canijo, o Presidente revelou que, numa reunião com o Primeiro-Ministro no Palácio de Belém, se avaliou a situação para os próximos dias, com previsões de quinta-feira e domingo difíceis. Em jogo estão mais de 100 mil consumidores sem eletricidade e acima de 70 mil sem telecomunicações.
Marcelo Rebelo de Sousa destacou a importância de a máquina do Estado funcionar em rede, com coordenação eficaz. Afirmou que a cooperação entre pessoas e estruturas é determinante para evitar ansiedade e desespero entre a população, neste período crítico.
O Presidente indicou que, para além de Leiria, haverá visitas a Ourém, Pedrógão Grande e às áreas envolventes do Mondego, seguidas de deslocações à zona do Sado e ao eixo do Tejo. Não divulgou datas específicas, referindo apenas que o planeamento abrange várias regiões afetadas.
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