Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Mais de 100 organizações pedem fim real dos combustíveis fósseis na COP30

Mais de 100 organizações pedem à COP30 um processo real e inclusivo para terminar com os combustíveis fósseis, com compromisso político e participação efetiva

COP30 no Brasil
0:00
Carregando...
0:00
  • Mais de 100 organizações da sociedade civil pedem, numa carta aberta, um processo real e inclusivo para o fim dos combustíveis fósseis na COP30, realizada no Brasil em 2025.
  • A carta, dirigida à presidência da COP30, alerta que sem compromisso político mais forte o roteiro pode tornar‑se apenas mais um documento sem impacto.
  • O documento, proposto pelo Brasil em Belém, ficou fora do texto final da conferência devido à pressão de países produtores de petróleo.
  • As organizações defendem uma redução justa e ordenada da produção e do consumo de combustíveis fósseis, e uma transição energética que garanta energia acessível e estável.
  • Entre os signatários estão grupos de justiça climática, povos indígenas, direitos humanos, organizações religiosas e comunitárias; Andreas Sieber, da 350.org, coordena a iniciativa.

Mais de 100 organizações da sociedade civil pediram à presidência da COP30 um processo real e inclusivo para o fim dos combustíveis fósseis. A carta alerta para a necessidade de um compromisso político mais forte e de participação genuína, para evitar que o roteiro seja apenas um documento sem efeitos práticos.

O pedido foi dirigido à presidência da COP30, após a divulgação de uma carta do presidente da conferência, André Corrêa do Lago. O documento, assinado por 114 organizações, sustenta que o roteiro precisa ir além de um exercício técnico para ganhar credibilidade.

O roteiro para os combustíveis fósseis foi proposto pelo Brasil na COP30 realizada em Belém, em novembro do ano passado, mas acabou excluído do texto final por pressão de países produtores de petróleo. A carta sublinha a importância de enfrentar a volatilidade dos mercados de energia.

Segundo as signatárias, uma redução ordenada da produção e do consumo de combustíveis fósseis é essencial para a segurança energética, a estabilidade económica e a resiliência política. A iniciativa pretende ainda estimular políticas de transição justas.

Entre os signatários da carta divulgada pela Lusa destacam-se organizações de justiça climática, povos indígenas, direitos humanos, grupos religiosos e comunitários. A coalizão coordena a ação com a rede Observatório do Clima.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais