- O Núcleo das Comunidades Estrangeiras do Juntos Pelo Povo informou ter recebido com imensa satisfação a libertação de Pedro Fernandez, médico luso-descendente, filho de pai madeirense, e afirmou verificar rigorosamente as informações antes de partilhá-las.
- O JPP afirma acompanhar a situação política, administrativa e humanitária da Venezuela e destaca a necessidade de evitar notícias falaciosas, pautando-se pela verificação.
- A entidade espera, um mês depois da captura de Nicolás Maduro, que antes da votação da Lei de Amnistia na Assembleia Nacional haja libertação de mais presos políticos, não apenas luso-descendentes.
- Mariusky Spínola e Marcos Da Silva destacaram a retoma dos voos da TAP para a Venezuela a partir de março, visto como sinal de recuperação gradual da normalidade.
- O núcleo mantém a expectativa de estabilização, recuperação e transição do país, reiterando solidariedade com venezuelanos e luso-descendentes tanto na Venezuela como na diáspora.
O Núcleo das Comunidades Estrangeiras do Juntos Pelo Povo (JPP) recebeu com imensa satisfação a notícia da libertação de Pedro Fernandez, médico luso-descendente, filho de pai madeirense. O grupo afirma ter acompanhado de perto a situação política, administrativa e humanitária da Venezuela e destaca que, face à circulação de informações duvidosas, procede à verificação antes de partilhar qualquer notícia.
A organização sublinha o compromisso com a informação rigorosa e com a transparência na comunicação sobre a crise venezuelana. Reputa que a libertação recente se insere num contexto de tensões políticas e de debates sobre direitos humanos no país.
A expectativa do JPP, um mês após a captura de Nicolás Maduro, é que, antes da votação da Lei de Amnistia na Assembleia Nacional dirigida aos presos políticos detidos durante o período chavista, haja libertações adicionais de pessoas detidas injustamente. O objetivo é libertar não apenas luso-descendentes, mas quaisquer presos por pensar diferente ou exigir mudanças democráticas.
Mariusky Spínola, coordenadora do Núcleo das Comunidades, e Marcos Da Silva, coordenador do Núcleo Venezuelano, destacam também a retoma de voos da TAP para a Venezuela a partir de março, após meses de suspensão. Consideram que a medida é um sinal de retorno à normalidade, embora reconheçam que a crise humanitária persiste e que não existem soluções rápidas para melhorias significativas na vida da população.
É aguardada a estabilização, recuperação e transição do país, com o JPP a acompanhar a situação da Venezuela, dos venezuelanos e dos luso-descendentes na diáspora. A organização reforça a disponibilidade de apoio e solidariedade, sempre com base em informação verificada.
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