- Agentes do FBI entrevistaram uma denunciante que alegou informações sobre o Presidente Donald Trump ter abusado sexualmente de uma menor, segundo documentos sobre Jeffrey Epstein divulgados recentemente.
- O The Mirror afirma que os documentos incluem notas de chamadas para uma linha de denúncias do FBI, com referências repetidas a Donald Trump; algumas denúncias foram descartadas por serem consideradas não fidedignas.
- Um relato descreve que uma amiga não identificada, com aproximadamente 13 ou 14 anos, foi forçada a praticar sexo oral com Trump em Nova Jersey há cerca de 25 anos; a amiga alegou também ter sido abusada por Epstein.
- O Departamento de Justiça afirmou que os ficheiros podem incluir conteúdos falsos ou submetidos de forma fraudulenta, já que tudo o que foi enviado pelo público ao FBI foi incluído na produção.
- O DOJ anunciou a divulgação de três milhões de documentos sobre Epstein, com centenas de vídeos e imagens, levantando questões sobre cúmplices e ligações entre Epstein e Trump.
Agentes do FBI entrevistaram uma denunciante que alegou ter informações sobre Donald Trump ter abusado sexualmente de uma menor, segundo documentos sobre Jeffrey Epstein tornados públicos. O material, divulgado pelo The Mirror, contém notas de chamadas para uma linha de denúncias, com referências repetidas a Trump.
Alguns relatos foram descartados por não serem fidedignos. Um deles descreve que uma amiga não identificada foi forçada a praticar sexo oral com o presidente há cerca de 25 anos, em Nova Jersey, quando a jovem tinha cerca de 13 ou 14 anos. A amiga afirmou ter sido abusada por Epstein.
Nos documentos de Epstein divulgados em dezembro, consta um depoimento registado pelo FBI sobre uma mulher que alegava ter sido violada por Trump. As notas indicam que a pista foi enviada ao gabinete de Washington para entrevista, sem confirmar se essa entrevista ocorreu.
Contexto e resposta oficial
O Departamento de Justiça reiterou que os ficheiros podem conter imagens, documentos ou vídeos falsos submetidos por cidadãos, e que tudo o que chegou ao FBI foi incluído no conjunto divulgado. Acrescentou que muitas alegações são falsas ou sensacionalistas e não teriam credibilidade.
O material divulgado inclui ainda relatos de um motorista de limusinas de Dallas que afirmou ter levado Trump ao Aeroporto de Fort Worth, em 1995, descrevendo episódios perturbadores. O DOJ anunciou a disponibilização de mais de 3 milhões de documentos sobre Epstein, incluindo vídeos e imagens, maioritariamente de natureza pornográfica.
O caso Epstein envolve a rede complexa de um consultor financeiro de Nova Iorque, que morreu em prisão em 2019, antes do julgamento por exploração sexual de menores. A divulgação levanta questões sobre cúmplices e ligações entre Epstein e figuras públicas, mensagens ainda não respondidas.
A divulgação do acervo suscitou reação entre legisladores de diferentes famílias políticas, que pressionam pela total disponibilização de conteúdos, divergindo das posição do Presidente. A relação entre Trump e Epstein continua a ser tema de controvérsia pública.
(Lusa)
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