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Democracia e redes sociais: jovens precisam de coragem para enfrentar ódio

Youth Engaged investiga como se constroem identidades políticas entre jovens e o que é preciso para potenciar participação cívica contra discurso de ódio

Oddrun Samdal, coordenadora internacional do Health Behaviour in School-aged Children, o programa da OMS para o estudo da adolescência
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  • Um projeto financiado pela União Europeia, Youth Engaged, vai investigar como as identidades políticas se desenvolvem em jovens e o que é preciso para que eles se envolvam mais como cidadãos.
  • O objetivo é ouvir os jovens antes de definir políticas para promover participação democrática e cívica entre as novas gerações.
  • Oddrun Samdal, professora da Universidade de Bergen, na Noruega, é a coordenadora do programa Engaged Youth.
  • Samdal é também coordenadora internacional do Health Behaviour in School-aged Children, programa da Organização Mundial de Saúde para o estudo da adolescência.

Nos próximos anos, um projeto financiado pela União Europeia vai explorar como as identidades políticas se desenvolvem entre os jovens e o que é necessário para que participem mais ativamente como cidadãos. O objetivo central do Youth Engaged é ouvir os jovens para definir caminhos que promovam a participação cívica.

A iniciativa promete investigar como as gerações mais novas formam perspetivas políticas e quais estratégias poderão estimular o envolvimento democrático. O foco recai sobre identificar barreiras e facilitadores da participação, com base em evidência científica.

Conduzido pela responsável internacional do Health Behaviour in School-aged Children, o programa da Organização Mundial de Saúde para o estudo da adolescência, Oddrun Samdal, o projeto envolve universidades e parceiros europeus. A meta é apoiar políticas que incentivem a participação cívica entre os jovens.

O que está em jogo é compreender melhor como as identidades políticas surgem na adolescência e juventude. A UE vê no diálogo com os jovens uma condição essencial para políticas públicas mais inclusivas e eficazes. O projeto deve mobilizar novas metodologias de investigação e parcerias transnacionais.

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