- CDU denuncia obras de reabilitação no Pico das Romeiras, afirmando que foram “obras de fachada” que desrespeitam direitos básicos dos cidadãos.
- Duarte Martins diz que, após a intervenção, as habitações ficaram pior: chove dentro de casa, com foco de bolor, mofo e infiltrações severas, apesar do investimento de cerca de 2 milhões de euros para pintar fachadas.
- Também aponta a ineficácia dos novos equipamentos de energias renováveis, com muitos sistemas a não funcionar e moradores a tomar banho de água fria no inverno.
- A CDU fala em política de aparências e gestão inadequada do dinheiro público, pedindo reparações urgentes ao IHM e ao Governo Regional para garantir condições dignas de habitação.
- A formação da CDU afirma que não vai desistir e vai exigir responsabilidades das autoridades, assegurando apoio aos moradores para resolver infiltrações e humidade.
Representantes da CDU estiveram hoje no Bairro do Pico das Romeiras para denunciar problemas surgidos após obras de reabilitação. O dirigente Duarte Martins descreveu a situação como inadmissível e um desrespeito pelos direitos básicos dos moradores. A denúncia foca no Governo Regional e na IHM.
Martins afirma que, apesar do aspeto degradado anterior, as habitações não tinham infiltrações generalizadas antes das obras. Com a pintura de fachadas orçada em cerca de 2 milhões de euros, o resultado é considerado catastrófico, com choques de água dentro das casas.
Segundo a CDU, as intervenções também falharam na prática: os sistemas de energia renovável instalados não funcionam para muitos moradores, que continuam a ter banhos frios no inverno. A denúncia aponta para uma política de aparências e para a má gestão de fundos públicos.
A CDU adianta que vai exigir responsabilidades ao IHM e ao Governo Regional, exigindo reparações urgentes. O objetivo é melhorar as condições de vida, combatendo infiltrações, humidade e falhas técnicas nas intervenções.
Os moradores, de acordo com a coordenação da CDU, contam com o apoio do partido para fiscalizar a execução de obras futuras. A organização pretende assegurar que as intervenções não comprometam a dignidade habitacional no bairro.
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