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André Pestana apela ao voto em Seguro para derrotar Ventura

Pestana apela ao voto em Seguro para derrotar Ventura e pondera criar nova força política; admite futuras candidaturas.

Foto PAULO NOVAIS/EPA
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  • André Pestana vai apelar ao voto em António José Seguro na segunda volta para garantir a derrota de André Ventura, após decisão tomada em reunião da candidatura em Lisboa.
  • O ex-candidato admite ponderar a criação de um partido ou movimento político para dar voz própria no parlamento.
  • A segunda volta é marcada para 8 de fevereiro; na primeira volta, António José Seguro obteve 31% dos votos e André Ventura 23%.
  • Pestana afirma que não vê Seguro como referência de mudança, e que o voto em Seguro é um mal menor para travar injustiças associadas a Ventura.
  • A candidatura planeia continuar o projeto político com novas reuniões no Norte do país e deixa em aberto a possibilidade de futuras candidaturas, incluindo legislativas; Pestana recolheu 0,2% na primeira volta.

O ex-candidato presidencial André Pestana anunciou hoje, em Lisboa, que vai apelar ao voto em António José Seguro na segunda volta das eleições, para derrotar André Ventura. A decisão surge da necessidade de travar retrocessos nos direitos sociais.

Pestana, que recolheu 0,2% dos votos na primeira volta, explicou que a decisão foi tomada numa reunião da candidatura. A opção visa impedir o que classifica como agravamento das injustiças.

A aposta é que o voto em Seguro seja o menos prejudicial, já que Pestana critica Ventura sem o encarar como anti-sistema, mas sim como responsável por desigualdades agravadas. A candidatura não incentiva voto nulo.

Perspetivas de futuro

Paralelamente, Pestana indicou a continuidade do projeto político, com a possibilidade de criação de uma nova força organizada. A ideia é ouvir quem pretende Portugal com dignidade no trabalho e na vida pública.

A ideia é lançar uma forma de organização que possa competir no Parlamento, com reuniões previstas no Norte e outras regiões nas próximas semanas, visando futuras candidaturas, incluindo legislativas.

Ontem, o PS, com apoio de Livre, PCP e BE, viu Seguro ganhar na primeira volta com 31%; Ventura ficou com 23%. Outros candidatos tiveram desempenhos menores, refletindo o quadro para a segunda volta a 8 de fevereiro.

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