Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Meu 1.º caso como psicóloga forense foi o Estripador de Lisboa

Especialistas debatem motivações, premeditação e como o cadáver fornece pistas essenciais para desvendar homicídios em Portugal

SIC estreia “Aqui Há Crime”, podcast narrativo de Júlia Pinheiro sobre os casos que marcaram Portugal
0:00
Carregando...
0:00
  • O terceiro episódio do podcast Aqui Há Crime tem como convidados a psicóloga forense Cristina Soeiro e o médico Luís Cardoso, especialistas em Medicina Legal, discutindo o que leva alguém a matar e como um cadáver pode revelar pistas.
  • A conversa enfatiza a observação do cadáver como início de qualquer investigação, incluindo exame da roupa e itens, limpeza e avaliação sistemática da pele para identificar lesões.
  • Dados do Relatório Anual de Segurança Interna mostram, no ano passado, 89 homicídios entre mais de 350 mil participações criminais, com 26% (23) ocorridos em contexto de violência doméstica.
  • Cardoso destaca que a violência violenta associada a homicídios costuma acontecer em contextos de proximidade, e Soeiro afirma que o amor não está ligado a homicídios.
  • O episódio é conduzido por Júlia Pinheiro e organizado por Marta Gonçalves, com produção, entrevistas e narração da equipa do programa; a série é divulgada às sextas-feiras nos sites da SIC, SIC Notícias e Expresso.

O episódio de hoje do podcast Aqui Há Crime apresenta Cristina Soeiro, psicóloga forense e criminal da Polícia Judiciária, e Luís Cardoso, médico especialista em Medicina Legal no Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses. O programa analisa o que leva alguém a cometer homicídio e como um cadáver pode conter pistas cruciais para identificar um culpado. A conversa é conduzida por Júlia Pinheiro e Marta Gonçalves.

Antes de discutir casos, os especialistas destacam a importância da observação minuciosa do cadáver. Cardoso explica que cada vestígio pode contribuir para determinar a causa da morte ou revelar o agressor, num momento único. A autópsia envolve a análise da roupa, objetos e descrição detalhada do corpo, seguida de uma limpeza para observar lesões.

Dados oficiais ajudam a contextualizar o fenómeno. O Relatório Anual de Segurança Interna de 2023 registou 89 homicídios num universo de mais de 350 mil participações criminais, com cerca de 90 mil denúncias envolvendo pessoas. Em 26% dos casos houve violência doméstica.

Entrevistados

Cristina Soeiro, com mais de 30 anos no serviço público, é doutorada em psicologia da Justiça pela Universidade do Minho e dirige o gabinete de Psicologia e Seleção do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais. Luís Cardoso atua na unidade de Patologia Forense e coordena a perícia no Centro do Instituto.

Em suma

Este é o terceiro episódio de Aqui Há Crime, produzido pela SIC, com Júlia Pinheiro na apresentação e Marta Gonçalves na entrevista e narração. A banda sonora e a sonoplastia são de João Luís Amorim, a capa de Tiago Pereira Santos e a fotografia de José Fonseca Fernandes. A série é coordenada por Joana Beleza, sob a direção de Daniel Oliveira.

A hora do crime continua toda sexta-feira, nos sites da SIC, SIC Notícias e Expresso, bem como nas plataformas de podcasts.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais