- O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou uma ordem executiva que permite aplicar tarifas sobre produtos de países que vendam petróleo a Cuba.
- Cuba acusa a medida de ser uma conspiração fascista, criminosa e genocida, segundo declarações de Miguel Díaz-Canel divulgadas na sexta-feira.
- Díaz-Canel afirma que a decisão visa obter ganhos pessoais à custa do povo cubano.
- A diplomacia cubana definiu o ato como brutal de agressão contra Cuba e o seu povo, que já sofre com o embargo há mais de sessenta e cinco anos, conforme a AFP.
- A notícia reforça o confronto entre Washington e Havana sobre o comércio de petróleo e a política de restrições.
Cuba denunciou os Estados Unidos por uma suposta conspiração fascista e criminosa após a promulgação de tarifas para países que vendam petróleo à ilha. A medida foi assinada por Donald Trump, que classificou Cuba como uma ameaça invulgar e extraordinária à segurança nacional e à política externa dos EUA.
A ordem executiva permite aplicar tarifas sobre bens de países que forneçam petróleo a Cuba, apontando para um endurecimento do bloqueio económico existente há mais de seis décadas, considerado por Havana uma agressão brutal.
Na gestão cubana, foi classificado o ato como uma violação grave contra o povo cubano, que enfrenta o bloqueio desde longa data, com críticas também ao seu impacto sobre as condições de vida na ilha.
Reações de Cuba
O Presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, reiterou a acusação de fascismo, criminosa e genocida na medida, destacando que a ação favorece ganhos de poucos a expensas do povo norte-americano. A resposta veio através de uma comunicação oficial veiculada na sexta-feira.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros cubano também descreveu a assinatura como um novo ataque à soberania do país, lembrando a continuidade do embargo e a pressão econômica sobre Cuba nos últimos anos, segundo a agência AFP.
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