- Pedro Santana Lopes, presidente da Câmara da Figueira da Foz, criticou o Governo e elogiou o presidente da Câmara de Cascais, Nuno Piteira Lopes.
- O autarca afirma que o Governo não o contactou; contactos foram realizados com António José Seguro, segundo ele.
- “Connosco ninguém contactou. Contactou, por telefonema e mensagem, António José Seguro. Dos atuais órgãos de soberania, ninguém. Mas não faz falta.”
- Santana Lopes disse ainda que Nuno Piteira Lopes foi “muito gentil” e disponibilizou os recursos da autarquia.
- A depressão Kristin provocou estragos em Portugal continental, com maior incidência em Leiria e Coimbra, enquanto o primeiro-ministro Luís Montenegro visita uma das zonas afetadas.
O presidente da Câmara da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, afirmou nas redes sociais que o Governo ainda não o contactou. Ele partilhou uma publicação oficial em que o Executivo anuncia diligências e revelou nunca ter sido contactado por Montenegro. Para o autarca, “com a nossa gente ninguém contactou”.
Santana Lopes acrescentou que apenas António José Seguro o contactou, por telefone e mensagem, entre os atuais órgãos de soberania. O autarca sublinhou que isso se passou sem qualquer necessidade, afirmando que não faz falta o contacto.
Apesar das críticas ao Governo, o edil elogiou Nuno Piteira Lopes, presidente da Câmara de Cascais. Disse que o autarca de Cascais foi “muito gentil” e disponibilizou recursos da autarquia para apoiar áreas afetadas.
Contexto atual e ações em curso
A tempestade Kristin tem causado estragos em Portugal continental, com maior incidência nos distritos de Leiria e Coimbra. O primeiro-ministro, Luís Montenegro, está a visitar uma das zonas mais afetadas, numa ação ligada ao decretar estado de calamidade.
Em comunicado, o Governo indica que está a acompanhar de perto a situação e a coordenar as medidas de resposta, nomeadamente para apoiar famílias e infraestruturas danificadas. Mantêm-se avaliações técnicas e operacionais em curso para ampliar a mobilização de meios.
Situação regional e perspetivas
As autoridades locais continuam a gerir necessidades emergentes nas regiões mais afetadas, incluindo apoio logístico e reabilitação de serviços básicos. A comunicação entre municípios e o Governo mantém-se como ponto de referência para o planeamento das próximas horas.
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