- Governo decretou a situação de calamidade para as zonas afetadas pela depressão Kristin e estuda financiamento para a reconstrução.
- A decisão foi tomada pelo Conselho de Ministros em Leiria, um dos concelhos mais atingidos, com o objetivo de acelerar a recuperação.
- Os instrumentos estarão disponíveis aos municípios, com coordenação das comissões de coordenação e desenvolvimento regional e dos departamentos do Governo, para tornar os procedimentos mais rápidos.
- O Governo analisa fontes de financiamento nacionais e externas, assegurando que as ajudas cheguem às populações.
- Mesmo após a passagem da depressão Kristin, permanecem riscos de cheias e inundações nos próximos dias, devido aos terrenos saturados de água.
O Governo decretou a situação de calamidade para todas as zonas afetadas pelo mau tempo provocado pela depressão Kristin. A medida visa acelerar a recuperação e manter as ajudas às populações afetadas. O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, em Leiria, um dos concelhos mais atingidos.
A decisão foi tomada pelo Conselho de Ministros, ao início da manhã de hoje, com o objetivo de simplificar procedimentos e tornar as obras de reconstrução mais rápidas e menos burocráticas. O Governo pretende que os trabalhos cheguem o mais depressa possível às comunidades.
Segundo Montenegro, a resolução inclui instrumentos à disposição dos municípios, coordenados pelas comissões de coordenação e desenvolvimento regional e pelos departamentos do Governo. O objetivo é criar vias rápidas para repor o essencial, reduzindo trâmites sem comprometer o apoio.
O chefe do Governo indicou que o reforço financeiro é significativo e que já se analisa a melhor fonte de financiamento. O objetivo é assegurar que as populações não ficarão desprovidas de ajuda, contando também com a mobilização de recursos externos.
Apesar de a depressão Kristin já ter passado, persiste o risco de cheias e inundações, devido à saturação dos solos. Nos próximos dias, poderá haver acumulação de água e novos episódios de precipitação podem agravar a situação.
Medidas e próximos passos
- O Governo mantém o monitoramento das zonas afetadas e quer assegurar a rapidez na implementação de obras de reconstrução.
- As autoridades procuram fontes de financiamento adicionais para sustentar o apoio às famílias e às organizações locais.
- O planeamento inclui medidas para mitigar riscos de fenómenos meteorológicos recorrentes na região.
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