- Albuquerque apresenta números que provam que, desde 2015, o número de viagens duplicou.
- O presidente do Governo regional afirma que o subsídio social de mobilidade não provocou um aumento significativo nas viagens dos madeirenses.
- Entre 2008 e 2014, sob o modelo anterior, o Estado gastou 57 milhões de euros em reembolsos aos cidadãos que pediam apoio para as viagens.
- Desde 2015, o subsídio social de mobilidade custou 324 milhões de euros e aumentou o número de viagens.
- A confiança no Tribunal Constitucional permanece praticamente inexistente, com críticas ao tribunal centralista e à perceção de menos autonomia.
O presidente do Governo regional afirma que o subsídio social de mobilidade não gerou um aumento significativo no número de viagens efetuadas pelos madeirenses desde 2015. A leitura apresentada parte de dados oficiais para sustentar a conclusão.
De acordo com o líder regional, o regime anterior, entre 2008 e 2014, implicou um gasto de 57 milhões de euros em reembolsos aos cidadãos que solicitavam apoio para as viagens. Já desde 2015, o custo do subsídio ascende a 324 milhões de euros e o volume de viagens aumentou.
O discurso inclui ainda uma posição sobre o Tribunal Constitucional, com críticas à jurisprudência considerada centralista e pouco favorável às autonomias. A mensagem, segundo o que foi divulgado, assenta na ideia de que a confiança no tribunal é praticamente inexistente.
Dados financeiros e contencioso
Entre 2008 e 2014 o Estado financiou reembolsos, enquanto, a partir de 2015, o subsídio social de mobilidade elevou os custos e o número de viagens. O governante mantém a avaliação de que o efeito do subsídio não deve ser visto apenas pela frequência de viagens.
Entre na conversa da comunidade