- O Partido Socialista da Madeira vai manter a proposta para assegurar o livre acesso dos madeirenses, incluindo emigrantes de visita, aos trilhos e levadas, mesmo com o recuo do Governo Regional.
- O líder parlamentar do PS-Madeira, Paulo Cafôfo, disse que o objetivo é recuar ao regime que sempre existiu para a liberdade de circulação nos percursos pedestres.
- O Governo Regional quer que residentes apresentem cartão de cidadão e de residente emitido pelo portal Simplifica, mesmo sem necessidade de registo prévio.
- A deputada Sílvia Sousa Silva foi destacada pelo PS pela defesa da causa e pela apresentação da proposta no Parlamento, notícia já divulgada pelo DIÁRIO.
- O secretário regional do Turismo, Eduardo Jesus, disse que o PS mantém a proposta para garantir regras claras e estáveis, desafiando os demais partidos a acompanhar.
O PS na Assembleia Legislativa da Madeira vai manter a proposta que assegura o livre acesso dos madeirenses aos trilhos e levadas, incluindo emigrantes em visita, mesmo após o recuo anunciado pelo Governo Regional. A decisão foi anunciada pelo deputado Paulo Cafôfo, líder parlamentar do PS-Madeira.
Segundo Cafôfo, o objetivo é recuar ao regime que esteve vigente, eliminando a necessidade de registo. O Governo Regional pretende manter a exigência de cartão de cidadão e de residente emitido via portal Simplifica, o que o PS considera uma limitação.
O deputado destacou ainda o papel da deputada Sílvia Sousa Silva, que trouxe a proposta ao Parlamento, e que o jornal Diário confirmou na edição de hoje. A iniciativa visa salvaguardar a liberdade de circulação nos percursos pedestres da região.
Eduardo Jesus, secretário regional do Turismo, afirma que a pressão política confirmou a validade da proposta do PS. A bancada mantem o texto para garantir direitos claros, estáveis e não arbitrários para residentes e naturais.
O PS Madeira lança o desafio à maioria no parlamento para acompanhar a iniciativa. A intenção é assegurar que o regime jurídico dos percursos pedestres permaneça estável, sem depender de declarações institucionais isoladas.
Entre na conversa da comunidade