- Gonçalo Lage disse não ter tendência nem para um candidato, nem para o outro.
- Afirmou que André Ventura apresenta posições diferentes a cada dia e que António Seguro é o candidato que o PS nunca quis.
- Alega que o movimento de Cotrim revela fragilidade nele próprio e da Iniciativa Liberal (IL).
- As declarações integram a round de testemunhos na Comissão de Inquérito.
- O tema integra uma sequência de episódios divulgados pela mesma comissão.
Gonçalo Lage afirmou durante a Comissão de Inquérito que não tem preferência por nenhum dos candidatos, mantendo uma posição de neutralidade ao fazê-lo público. A declaração insere-se no contexto de reforçar a sua independência de viés partidário.
Segundo Lage, André Ventura apresenta posições distintas conforme o dia e Jorge Seguro Seca é visto como o candidato que o PS não quis. O envolvimento de Lage ocorre numa sessão dedicada a analisar movimentos políticos recentes.
A leitura do próprio autor político mostra que o discurso de Ventura pode variar ao longo do tempo, o que, para Lage, não permite estabelecer uma linha estável de apoio. A situação é apresentada como parte de um debate mais amplo.
O movimento político liderado por Cotrim aparece como objeto de controvérsia, sugerindo fragilidade do próprio Cotrim e da Iniciativa Liberal, na visão de Lage. A audiência seguiu com outras perguntas sobre impactos eleitorais.
Observatório: estas intervenções fazem parte de uma série de depoimentos na comissão de inquérito, com foco em entender alianças, estratégias e perceções públicas no atual cenário político. A data relevante é 26 de janeiro de 2026.
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