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Protestos contra nova morte às mãos do ICE tomam as ruas dos EUA

Protestos contra a morte de Alex Jeffrey Pretti a cargo do ICE tomam as ruas dos EUA, com vigílias em Minneapolis e marchas em várias cidades.

Protestos contra nova morte às mãos do ICE enchem as ruas dos EUA
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  • Milhares de pessoas saíram às ruas em Minneapolis, Los Angeles, Nova Iorque, Seattle, Washington e Chicago para protestar contra a morte a tiros de Alex Jeffrey Pretti, por agentes do Serviço de Controle de Imigração (ICE), ocorrida este sábado em Minneapolis.
  • Em Minneapolis, mais de mil participaram numa vigília no parque Whittier, onde iluminaram o espaço com velas e exibiram cartazes contra o ICE.
  • Em Washington, uma marcha reuniu centenas e dirigiu-se ao edifício do Departamento de Segurança Nacional, junto do qual gritaram “Vergonha”, segundo o Washington Post.
  • Os protestos mais expressivos ocorreram em Nova Iorque, Los Angeles e Chicago, cidades que receberam envio do ICE com apoio da Guarda Nacional, ordenado pela Administração de Donald Trump.
  • Ao longo de sexta-feira, milhares já tinham saído para denunciar abusos nas operações do ICE; ações anteriores, como a morte de Renée Nicole Good e a detenção de uma criança de cinco anos, alimentaram a indignação em Minnesota.

A população dos Estados Unidos voltou a exigir respostas após a morte a tiro de Alex Jeffrey Pretti, ocorrida em Minneapolis durante uma operação do Serviço de Controle de Imigração (ICE). O incidente aconteceu este sábado, no estado de Minnesota, e desencadeou protestos de grande escala em várias cidades do país, com foco na atuação do ICE e na resposta do governo federal. Nas ruas, manifestantes pediram responsabilidade pelas ações da agência e pressionaram por mudanças nas políticas migratórias.

Em Minneapolis, mais de mil pessoas participaram numa vigília no parque Whittier, junto ao local do ocorrido. O objetivo foi prestar homenagem a Pretti, com velas acesas e cartazes dirigidos ao ICE. Em Washington, a capital, centenas de pessoas manifestaram-se e seguiram rumo ao edifício do Departamento de Segurança Nacional, onde entoaram palavras de protesto.

Os protestos também se estenderam a Nova Iorque, Los Angeles, Chicago e Seattle, entre outras cidades, num movimento que ganhou contornos nacionais. O presidente dos EUA, Donald Trump, tem apoiado o envio de apoio da Guarda Nacional a cidades onde houve confrontos com a polícia ou operações de imigrantes.

Contexto e antecedentes foram citados por organizadores e autoridades locais. A imprensa recordou que, na sexta-feira, milhares ainda ocupavam as ruas de Minneapolis para denunciar abusos associados às operações do ICE. No último mês, a agência esteve no centro de críticas após a morte de Renée Nicole Good, baleada por uma agente federal a 7 de janeiro, e de um venezuelano ferido na semana seguinte.

Operação e respostas oficiais

A Administração Trump lançou, em dezembro, a operação anti-imigração chamada Metro Surge, justificando a medida pela perceção de aumento da criminalidade em Minnesota. As ações da agência, incluindo incidentes de alto perfil, têm sido objeto de debates públicos, com várias vozes a exigir maior responsabilização e transparência.

Desdobramentos e impactos

O movimento de protesto ampliou-se para várias cidades, com desdobramentos que incluem vigílias, marchas e concentrações junto de locais simbólicos, como sedes governamentais. Não houve até ao momento informações sobre detenções ou agressões relevantes durante as manifestações. As autoridades não confirmaram nenhum comunicado adicional a este relatório.

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