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Paulo Portas vota em Seguro em momento difícil para Portugal

Paulo Portas considera António José Seguro um político de centro num tempo difícil para Portugal, critica André Ventura e defende a união da nação

Paulo Portas vota em Seguro: "Foi um político decente num momento muito difícil para Portugal"
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  • Paulo Portas anunciou que votará no candidato moderado António José Seguro na segunda volta das presidenciais, em comentário semanal na TVI.
  • Diz que Seguro foi um político de centro num momento difícil para Portugal, destacando o papel dele no acordo de concertação social e na descida do IRC.
  • Critica André Ventura, considerando-o uma “imitação de Trump” e afirma que não é capaz de unir o país, apenas de o dividir.
  • Referiu que não quer política externa de facção nem um comandante supremo das Forças Armadas a fazer política, e criticou a ideia de que a polícia possa ter filiação partidária.
  • Nota que PSD e CDS não apoiaram na segunda volta, mas dirigentes da direita/centro-direita apoiam Seguro; há também uma carta com 250 nomes de apoiantes não socialistas.

Paulo Portas declarou, num comentário semanal da TVI, que votará no candidato moderado na segunda volta das eleições presidenciais. Refere ter sido fácil escolher e elogiar António José Seguro, criticando André Ventura como uma “imitação de Trump”.

O ex-líder do CDS frisou que António José Seguro foi um político de centro num momento difícil para Portugal, destacando o acordo de concertação social com a UGT e a descida do IRC. Dizia acreditar que Seguro representa melhor a comunidade e pode unir a nação.

Portas sublinhou que o Chefe de Estado tem papel relevante em áreas como política externa e defesa, onde a magistratura é reforçada. Restringe ainda políticas partidárias nas Forças Armadas, rejeitando a ideia de que polícia possa ter filiação partidária.

A posição de Portas acompanha outros nomes da direita e do centro-direita, após o PSD e CDS não apoiarem candidatos na segunda volta. Assunção Cristas, Carlos Moedas e Pedro Duarte já manifestaram apoio a Seguro.

No contexto, circularam cartas com apoiantes não socialistas a endossarem Seguro, num movimento que se soma ao apoio público de figuras próximas à área de centro-direita. A campanha prossegue com estas escolhas a influenciar o eleitorado.

Apoio e reação no espectro político

  • Assunção Cristas e Carlos Moedas já tinham indicado apoio a Seguro.
  • Pedro Duarte, presidente da Câmara do Porto, reforçou o apoio ao PS na noite eleitoral.
  • O universo de apoiantes não socialista também divulgou uma carta com 250 nomes.

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