- Marques Mendes, derrotado na primeira volta, revelou que vai votar em António José Seguro na segunda volta, por coerência e pelos valores que defende.
- André Ventura reagiu com ironia num vídeo publicado nas redes sociais, acusando Mendes de alinhar-se com o “tacho” da política.
- O presidente do PSD, Luís Montenegro, não comentou publicamente o sentido de voto; Rui Moreira disse que Mendes precisou de tempo para “fazer o luto” da derrota, já que Montenegro não apoiou nenhum candidato.
- Outros aliados da direita, como Carlos Moedas e Assunção Cristas, também anunciaram voto em Seguro, com Moedas a dizer que vota sem entusiasmo e Cristas sublinhando não ter relação pessoal com o candidato.
- Na primeira volta, Seguro recebeu 31% dos votos, Ventura 23%, Cotrim Figueiredo 16%, Gouveia e Melo 12% e Marques Mendes 11%.
Luís Marques Mendes, candidato derrotado na primeira volta, informou na noite de quinta-feira que vai votar em António José Seguro na segunda volta, marcada para 8 de fevereiro. A decisão é apresentada como coerência face aos valores que defende, como democracia, moderação e representação de todos os portugueses.
André Ventura reagiu publicamente, com um vídeo nas redes sociais, ironizando o anúncio e a descrevendo como uma associação a interesses tradicionais da política portuguesa. Não houve comentário público de Luís Montenegro sobre o sentido de voto.
Rui Moreira insinuou que Mendes precisou de tempo para lidar com a derrota antes de revelar o apoio a Seguro. Segundo o jornal Público, o ex-candidato teria adiado o anúncio para não constranger Montenegro, que não apoiou nenhum dos candidatos da segunda volta.
Entre os aliados da direita, Carlos Moedas e Assunção Cristas expressaram o apoio a Seguro. Moedas admitiu votar no candidato com pouca convicção, enquanto Cristas enfatizou que não há relação pessoal com Seguro.
Na primeira volta, Seguro liderou com 31% dos votos, seguido por André Ventura com 23%. Cotrim Figueiredo recebeu 16%, Gouveia e Melo 12% e Marques Mendes 11%. À esquerda, Catarina Martins teve 2%, António Filipe 1,6% e Jorge Pinto 0,6%, com outros candidatos abaixo de 0,5%.
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