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Carlos Moedas e Assunção Cristas apoiam António José Seguro na segunda volta

Apoios à direita a António José Seguro fortalecem-se com Moedas e Assunção Cristas, na segunda volta frente a André Ventura a 8 de Fevereiro

Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, irá votar "sem entusiasmo" em Seguro
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  • Carlos Moedas, presidente da Câmara de Lisboa, afirmou ao Expresso que votará em António José Seguro na segunda volta das presidenciais (8 de fevereiro), com apoio “sem entusiasmo” e um aviso de que, se eleito, Seguro deverá respeitar a maioria social de centro-direita existente em Portugal.
  • Assunção Cristas junta-se a antigos líderes do CDS — como Francisco Rodrigues dos Santos e José Ribeiro e Castro — no apoio a Seguro.
  • Luís Marques Mendes anunciou que vai votar em Seguro, dizendo que o socialista é o que mais se aproxima dos valores que defende.
  • A posição de Moedas quebra a neutralidade institucional de Luís Montenegro no PSD, ao integrar um grupo de dirigentes que já manifestaram preferência por Seguro.
  • Seguro já tinha o apoio de várias figuras de direita e do espaço moderado, incluindo Pedro Duarte, Miguel Poiares Maduro, David Justino, José Pacheco Pereira e Rui Moreira.

Carlos Moedas, presidente da Câmara de Lisboa, afirmou ao Expresso que votará em António José Seguro na segunda volta das presidenciais. o apoio é declarado, com ressalvas, e sublinha que o próximo presidente deverá respeitar a maioria social de centro-direita existente em Portugal.

Assunção Cristas junta-se a antigos líderes do CDS e manifesta apoio a Seguro. A posição de Cristas reforça a frente de direita que já inclina a escolha para o ex-secretário-geral do PS, em consonância com outros nomes da área.

Luís Marques Mendes revelou ao Expresso que votará em Seguro, justificando que o socialista se aproxima dos valores que defende. A decisão sucede a uma noite eleitoral sem anúncio público de apoio por parte de outras figuras do PSD.

O envolvimento de Moedas, Mendes e Cristas na segunda volta ocorre num contexto em que o PSD mantém neutralidade institucional. A posição de Moedas destaca uma margem de liberdade entre dirigentes do partido.

António José Seguro recebe também apoios de fora do espaço tradicional do PS. A lista inclui figuras de direita que já haviam endossado Seguro, ampliando a sua base de suporte.

Entre os apoiantes de Seguro contam-se ex-ministros e líderes políticos de relevo, como Pedro Duarte, Miguel Poiares Maduro, David Justino, José Pacheco Pereira e Rui Moreira. A campanha reforça o tom transversal do apoio.

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