- Carlos Moedas e Assunção Cristas anunciaram o voto em António José Seguro na segunda volta das Presidenciais.
- Moedas disse ao Expresso que vota em Seguro sem entusiasmo, acrescentando que ele tem de respeitar a maioria social de centro-direita existente no país.
- Cristas, em artigo de opinião no Expresso, defende unir a direita humanista, moderada e democrática no único voto possível, lembrando que votou em Luís Marques Mendes na primeira volta.
- Cristas diz que não tem relação geracional ou de amizade com Seguro e lamenta ficar sem candidato natural para a direita.
- A segunda volta é no dia 8 de fevereiro, entre António José Seguro e André Ventura; na primeira volta Seguro teve 31% e Ventura 23%, com os restantes candidatos abaixo.
Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, e Assunção Cristas anunciaram o voto em António José Seguro na segunda volta das Presidenciais. A decisão foi comunicada na sexta-feira, em Lisboa, sem entusiasmo, segundo Moedas.
Cristas explicou, em artigo para o Expresso, que defende unir a direita humanista e moderada, Democrata-Cristã. Confessou ter votado no primeiro dia Luís Marques Mendes, conforme o espaço político que representa.
A ex-ministra reiterou que ficou sem um candidato natural à direita e explicou que optou por Seguro, com quem não tem ligações geracionais ou de amizade. Acompanhe o contexto da votação na segunda volta.
Resultados da primeira volta
António José Seguro (PS, agora com apoio de Livre, PCP e BE) recebeu 31% dos votos. André Ventura (Chega) ficou com 23%, em segundo lugar. Cotrim Figueiredo (Iniciativa Liberal) somou 16,7%.
Gouveia e Melo alcançou 12%, Marques Mendes (PSD/CDS-PP) ficou com 11%. À esquerda, Catarina Martins (BE) teve 2%, António Filipe (PCP) 1,6% e Jorge Pinho (Livre) 0,6%.
Outros candidatos incluíram Manuel João Vieira (artista) com 1% e Humberto Correia com 0,08%. A segunda volta está marcada para 8 de fevereiro.
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