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Cinco militantes do Chega entre neonazis detidos, um é agente da PSP

Agente da PSP detido na operação Irmandade é militante do Chega; entre os detidos figura um delegado à sexta convenção nacional do partido

Manifestação organizada pelo grupo de extrema-direita 1143
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  • O agente da Policia de Segurança Pública detido na terça-feira, no âmbito da Operação Irmandade, era militante do Chega e foi delegado à sexta convenção nacional do partido, em Viana do Castelo, em janeiro de 2024.
  • A operação desmantelou a cúpula do grupo neonazi 1143, classificado pela Polícia Judiciária como uma associação criminosa.
  • A Direção Nacional do Chega aguarda comunicação sobre as razões da detenção e afirma não ter conhecimento dos motivos.
  • O militante é descrito pela notícia como agente da PSP e ligado à organização neonazi alvo de investigação.

Na terça-feira, a Polícia Judiciária desmantelou a cúpula do grupo neonazi identificado como 1143, classificado como uma associação criminosa. A operação, designada Irmandade, deixou detenções e busca de suspeitos em curso.

Entre os detidos está um militante do partido Chega, cuja identificação não é divulgada pela PJ. Este individuo era delegado eleito à sexta convenção nacional do Chega, realizada em Viana do Castelo, em janeiro de 2024, conforme apurado pelo PÚBLICO.

A operação culminou com a detenção de vários membros do grupo neonazi, que atuava de forma organizada para promover ideologias de supremacia. A investigação aponta para ligações entre a cúpula e diferentes redes extremistas.

O agente da PSP detido, promovido em 2017, foi apontado pela autoridade policial como parte do âmbito da operação. A Direção Nacional da PSP aguarda a comunicação oficial sobre as razões da detenção, acrescentando que desconhece o conteúdo definitivo do processo.

A Polícia Judiciária descreve a 1143 como uma associação criminosa, com elementos de coordenação interna e planos de atuação, em linha com as primeiras informações divulgadas durante os mandados. As autoridades mantêm a investigação em segredo de justiça.

O PÚBLICO teve acesso a informações que indicam que a operação teve como objetivo cortar a capacidade de organização do grupo e impedir a propagação de ações de ódio. Não houve divulgações adicionais sobre outras detenções ou medidas cautelares.

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