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Carney responde a Trump: Canadá não vive graças aos EUA

Carney responde a Trump: o Canadá não vive dos EUA e prospera por ser dono da sua casa, escolhendo um futuro sustentável e inclusivo

Mark Carney durante uma conferência de imprensa em Pequim, China, 16 de janeiro de 2026.
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  • O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, afirmou que o Canadá não vive por causa dos Estados Unidos, em resposta aos ataques de Donald Trump em Davos.
  • Em Quebeque, Carney disse que o Canadá prospera por ser canadiano, que é dono da própria casa e que este é o seu país e futuro, pretendendo torná-lo num farol.
  • Trump alegou, também em Davos, que o Canadá vive graças aos EUA e deixou um recado para Carney, lembrando-o da declaração futura.
  • Carney reiterou, no contexto do Fórum Económico Mundial, que o Canadá optou por um desenvolvimento sustentável, inclusivo, respeitando a diversidade e combatendo o ódio.
  • As relações entre Washington e Otava permanecem tensas desde o regresso de Trump à Casa Branca, com a imposição de tarifas canadianas e um impacto económico no país vizinho.

O primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, afirmou que o Canadá “não vive por causa dos Estados Unidos”, respondendo aos ataques de Donald Trump no Fórum Económico Mundial de Davos. Carney falava em Quebeque, no Canadá.

O líder reagiu ao comentário de Trump de Davos, que disse que “o Canadá vive graças aos Estados Unidos” e deixou a frase para recordar o país. A troca ocorreu num momento de tensões entre ambos os países.

Carney reiterou o conteúdo do seu discurso em Davos, defendendo que o Canadá prospera com políticas sustentáveis e inclusivas, respeitando a diversidade e combatendo o ódio. Afirmou que o país é dono da sua casa e do seu futuro.

Segundo o chefe do Governo de Otava, o Canadá optou por desenvolver-se de forma sustentável, enfrentando as alterações climáticas e promovendo inclusão, mesmo diante de pressões externas. A relação com os EUA é descrita como uma parceria extraordinária.

“Construímos uma parceria económica, de segurança e intercâmbio cultural”, afirmou Carney, que destacou o direito de fazer escolhas nacionais. Reiterou: “Escolhemos o Canadá” e que este é o nosso futuro.

Anteriormente, Carney alertou para a ascensão do populismo e do nacionalismo, defendendo que a diversidade pode ser uma força. Pontuou que o Canadá pode mostrar um modelo aberto e seguro ao mesmo tempo.

Na guardar do tema, Trump publicou fotos geradas por Inteligência Artificial na sua rede Truth Social, com a imagem da Sala Oval rodeada por líderes europeus e um mapa que inclui Canadá, Gronelândia e Venezuela.

As relações bilaterais entre Washington e Otava permanecem tensas desde o regresso de Trump à Casa Branca, há um ano, com a imposição de tarifas sobre alguns produtos canadenses que afetaram a economia do país.

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