- José Manuel Castro foi “desnomeado” como secretário-geral do ADN e pode ser expulso do partido por alegada sabotagem a Joana Amaral Dias.
- As autoridades receberam um conjunto de ameaças do militante, que alegadamente apontam para crimes como acesso ilegítimo, sabotagem informática e abuso de poder.
- António Mendonça, militante número dois do ADN nos Açores, lançou uma campanha de ataque contra Castro nas redes sociais.
- Mendonça publicou, a 27 de dezembro, uma imagem de Inteligência Artificial que retrata Castro deitado, algemas, sob um carrasco, acompanhada de uma lista de crimes.
- O caso envolve a corrida de Joana Amaral Dias à Presidência, com controvérsia interna sobre apoios, assinaturas e a posição de Castro dentro do ADN.
O ADN anunciou que José Manuel Castro foi desnomeado como secretário-geral do partido e arrisca a expulsão por alegadamente sabotar a candidatura de Joana Amaral Dias à Presidência. As ameaças do militante foram entregues às autoridades, incluindo a Polícia Judiciária.
António Mendonça, militante número 2.929 do ADN e apoiiante ativo nos Açores, recorreu às redes sociais para atacar Castro. Em 27 de dezembro partilhou uma imagem de Inteligência Artificial que retrata o antigo líder prostrado, algemado, sob o domínio de um carrasco, acompanhada de um texto com acusações de acesso ilegítimo, sabotagem informática e abuso de poder.
A polémica surge num contexto de candidaturas a Belém, com o Tribunal Constitucional a ter validado apenas 1.575 assinaturas das 7.500 exigidas para Joana Amaral Dias se candidatar. O caso é descrito no interior do ADN como uma tentativa de minar a aposta presidencial de Joana Amaral Dias.
Repercussões e contexto
A situação envolve ainda o que se considera uma escalada de tensões internas no ADN, com o partido a estudar as medidas disciplinares cabíveis. Não foram divulgadas declarações oficiais adicionais sobre o estado de Castro no partido nem sobre eventuais consequências administrativas.
As investigações relativas às acusações e às ameaças foram enviadas para a PJ, segundo os responsáveis do ADN. Não foi possível confirmar, até ao momento, se haverá novas diligências ou desdobramentos legais.
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