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Terreno destinado à nova esquadra da PSP na Baixa da Banheira foi vendido

CDU critica venda de terreno destinado à nova esquadra da PSP na Baixa da Banheira, alertando para retrocesso na segurança local

Moita: terreno destinado à nova esquadra da PSP na Baixa da Banheira foi vendido
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  • A venda de um terreno municipal identificado para a construção da nova esquadra da PSP na Baixa da Banheira, Moita, gerou forte contestação política.
  • A CDU afirma que a decisão representa retrocesso numa reivindicação com mais de 30 anos da população, que exige melhores condições e meios de segurança.
  • O terreno estava disponível desde 2008, quando a Câmara Municipal da Moita disponibilizou-o para a construção da nova esquadra, e foi validado pela PSP e pela Direção-Geral de Infraestruturas em 2010.
  • A CDU acusa o PS de responsabilidade pela decisão de venda e questiona a coerência de argumentos, apontando também o envolvimento de eleitos do Chega na viabilização da decisão.
  • A CDU promete manter a luta, defendendo que a segurança não se faz com a venda de património estratégico e pedindo persistência da participação das comunidades e dos eleitos locais.

O terreno municipal destinado à construção da nova esquadra da PSP na Baixa da Banheira, Moita, foi vendido, gerando contestação política. A CDU acusa o processo de retrocesso face a uma reivindicação de mais de 30 anos.

Segundo a CDU, autarquias insistiram junto aos Governos pela instalação de uma nova esquadra, mantendo a exigência ao longo de décadas para melhorar condições e meios de segurança no concelho.

A venda ocorreu num contexto de decisão política impulsionada pelo PS e pelo Chega, cuja posição anterior contra a alienação é apresentada como contrariada pela venda do terreno.

Contexto político e argumentos

A CDU afirma que o terreno já estava validado desde 2010 pela PSP e pela Direção-Geral de Infraestruturas, que o viam como solução adequada. Sustenta que a responsabilidade não pode recair no Ministério da Administração Interna.

Os comunistas defendem que persistência popular e atuação local são determinantes para transformar reivindicações antigas em realidade, citando exemplos como o Centro de Saúde da Baixa da Banheira.

A posição da CDU é de defesa de património estratégico e de uma segurança reforçada no território, sem que a venda seja vista como solução viável para o problema.

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