- Ghislaine Maxwell vai depor na Comissão de Supervisão da Câmara dos Representantes no dia nove de fevereiro, depósi to será virtual devido à pena na prisão federal no Texas.
- O advogado de Maxwell pediu adiamento e sugeriu que clemência pela condenação poderia facilitar um depoimento público; a defesa teme que ela invoque a quinta emenda.
- O presidente da comissão, James Comer, disse que a data já está definida e que Maxwell deporá diante do comité; em julho a comissão negou imunidade legal.
- O depoimento faz parte de uma sessão que recomendou desacato a Bill e Hillary Clinton por se recusarem a depor no caso Epstein; o plenário da Câmara deve votar na primeira semana de fevereiro.
- Clinton recusaram-se a depor por meses, alegando ter fornecido informações sobre Epstein; podem enfrentar processo de desacato ao Congresso.
Ghislaine Maxwell vai depor na Comissão de Supervisão da Câmara dos Representantes no dia 9 de fevereiro. O depoimento será realizado por videoconferência, enquanto Maxwell cumpre pena num estabelecimento federal no Texas. A iniciativa partiu do presidente da comissão, o republicano James Comer.
Maxwell foi condenada em 2022 a 20 anos de prisão por tráfico sexual. A ocasião marca o primeiro depoimento público solicitado pela comissão sobre o caso ligado a Jeffrey Epstein.
O advogado de Maxwell pediu adiamento e sugeriu clemência como condição para o depoimento público. Em alternativa, se for concedida clemência, a defesa afirma que Maxwell deporaria aberta e honestamente diante do Congresso.
James Comer confirmou a data durante uma sessão da comissão, que também discutiu desacato ao Congresso envolvendo Bill e Hillary Clinton. A votação sobre o desacato deverá seguir para o plenário da Câmara na primeira semana de fevereiro.
Os Clintons recusaram depoimento por meses, alegando que já forneceram informações suficientes. A comissão já indicou que pode processá-los por desacato, com possíveis sanções legais caso não compareçam às sessões.
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