- O CDS-PP não vai apoiar nenhum dos candidatos na segunda volta das presidenciais, afirmando que combate o socialismo e rejeita o populismo.
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- Álvaro Castello-Branco disse que o CDS não está próximo de nenhum candidato que o povo legitimamente quis colocar no confronto da segunda volta.
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- O partido não terá empenhamento orgânico nem institucional nem apoio a António José Seguro nem a André Ventura na segunda volta.
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- António José Seguro obteve 31,1% e André Ventura 23,5% na primeira volta; a segunda volta é no dia 08 de fevereiro.
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- Luís Marques Mendes, apoiado por PSD e CDS-PP, ficou em quinto com cerca de 11%; votos antecipados por mobilidade podem ser feitos no dia 01 de fevereiro.
O CDS-PP anunciou hoje que não vai apoiar nenhum dos candidatos na segunda volta das presidenciais. O partido afirma que mantém a oposição ao socialismo e rejeita o populismo.
Durante a leitura de um comunicado da comissão executiva, o vice-presidente Álvaro Castello-Branco destacou que o CDS não está alinhado com nenhum dos candidatos colocados pelo eleitorado para o confronto final.
No final da reunião, o CDS reiterou que não terá qualquer empenhamento orgânico nem institucional na segunda volta, nem apoiará António José Seguro nem André Ventura.
Resultados da primeira volta e datas da segunda volta
Segundo o escrutínio provisório, António José Seguro ficou em primeiro com 31,1% dos votos e André Ventura com 23,5%. Os resultados são da Secretaria-geral do Ministério da Administração Interna.
O candidato Luís Marques Mendes, apoiado por PSD e CDS-PP, ficou em quinto lugar, com cerca de 11% dos votos.
Para a segunda volta, o voto antecipado em mobilidade pode ser realizado no dia 1 de fevereiro, enquanto a segunda volta está marcada para 8 de fevereiro.
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