- A direção do Livre aprovou, por unanimidade, apoiar António José Seguro na segunda volta das eleições presidenciais.
- A decisão foi tomada pelo Grupo de Contacto do Livre e recomenda à Assembleia do partido o apoio formal à candidatura de Seguro.
- A reunião extraordinária da Assembleia está agendada para quarta-feira às 21:00 para discutir o assunto.
- A co-porta-voz Isabel Mendes Lopes afirmou que o partido estará do lado da democracia e da defesa da Constituição, destacando a importância de ter um Presidente da República de esquerda.
- Rui Tavares criticou o PSD, Luís Marques Mendes e a IL por não se posicionarem, alegando que isso beneficia André Ventura, e pediu aos democratas para se posicionarem em defesa da Constituição.
A direção do Livre aprovou, na noite de segunda-feira, por unanimidade, apoiar António José Seguro na segunda volta das eleições presidenciais. A decisão será apreciada pela Assembleia do partido na quarta-feira, em reunião extraordinária marcada para as 21:00.
O Grupo de Contacto do Livre, órgão executivo, recomendou formalmente à Assembleia o apoio à candidatura de Seguro, conforme o comunicado divulgado pelo próprio partido. A decisão inscreve-se na sequência de o partido discutir internamente o alinhamento neste momento.
Na noite eleitoral de 18 de janeiro, a co-porta-voz do Livre, Isabel Mendes Lopes, indicou que o apoio ainda não estava formalmente oficializado no conjunto do partido, mas que o Livre se posicionaria ao lado da democracia e da defesa da Constituição, valorando a importância de ter um Presidente da República de esquerda.
Rui Tavares criticou o silêncio público do PSD, de Luís Marques Mendes e da IL, interpretando a ausência de posição como favorável a André Ventura e reforço da leitura de que Ventura é o líder da direita. A dirigente enfatizou que a dicotomia essencial é entre democratas e antidemocratas.
Reação interna e próximos passos
O Livre mantém que a posição será formalmente validada pela Assembleia na quarta-feira, após a deliberação do Grupo de Contacto. A decisão final poderá influenciar a composição do apoio público do partido na segunda volta. A direção do Livre sustenta que a escolha respeita princípios constitucionais e de defesa do Estado de direito.
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