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José Eduardo Martins e António Capucho apoiam Seguro

José Eduardo Martins e António Capucho anunciam voto em António José Seguro na segunda volta, sinal de apoio de moderados do PSD à candidatura social-democrata

Eleições
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  • José Eduardo Martins anunciou que votará em António José Seguro na segunda volta das presidenciais, considerando-o moderado e uma escolha de “clareza democrática”.
  • António Capucho, antigo secretário-geral do PSD e presidente da Câmara Municipal de Cascais, disse que votará em Seguro, apoiado pelo PS na segunda volta contra André Ventura.
  • Martins criticou o projeto de Ventura, dizendo que tem uma visão securitária e iliberal, defende a democracia liberal, o Estado social e o respeito pelas instituições.
  • Além de Martins, já tinham anunciado voto em Seguro o presidente da Câmara do Porto, o ex-ministro Miguel Poiares Maduro, José Pacheco Pereira e outros, conforme declarações públicas.
  • Na primeira volta, Seguro obteve trinta e um por cento dos votos e Ventura, vinte e três por cento; Cotrim Figueiredo ficou com dezasseis por cento, Gouveia e Melo com doze por cento e Marques Mendes com onze por cento.

José Eduardo Martins anunciou na segunda-feira que votará em António José Seguro na segunda volta das presidenciais, em 8 de fevereiro. O comentário surge como defesa de uma escolha alinhada com a democracia liberal e o Estado social.

António Capucho, antigo secretário-geral do PSD e presidente da Câmara de Cascais, confirmou à TSF que também apoiará Seguro. Capucho tinha apoiado Henrique Gouveia e Melo na primeira volta.

Martins descreveu Seguro como moderado e vincado pela defesa das instituições, da democracia liberal e do Estado social. Afirmou que votar num social-democrata moderado faz sentido pela estabilidade e pluralismo político.

Outros políticos já tinham anunciado apoio a Seguro: Pedro Duarte (presidente da Câmara do Porto), Miguel Poiares Maduro, José Pacheco Pereira, Mário Amorim Lopes e José Miguel Júdice, entre outros.

Apoios e posição do PSD

O primeiro-ministro Luís Montenegro afirmou que o PSD não fará qualquer indicação de voto para a segunda volta, justificando que esse papel não está previsto. O espaço do partido não estaria representado entre Seguro e Ventura.

Na volta presidencial, Seguro e Ventura disputam a segunda posição, com Seguro a obter 31% dos votos e Ventura 23%. Cotrim Figueiredo, da Iniciativa Liberal, ficou em terceiro com 16%. Gouveia e Melo obteve 12% e Marques Mendes 11%.

Entre a esquerda, Catarina Martins (BE) teve 2%, António Filipe (PCP) 1,6% e Jorge Pinto (Livre) 0,6%. O cantor Manuel João Vieira alcançou 1%, o sindicalista André Pestana 0,2% e Humberto Correia 0,08%.

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