- No rescaldo da primeira volta, alinham-se apoios para António José Seguro na segunda volta.
- Figuras ligadas ao PSD, CDS-PP e IL já afirmaram que vão votar em Seguro, nas últimas 24 horas e na noite das eleições.
- Além do apoio da Esquerda, Seguro poderá captar votos de eleitores de Cotrim Figueiredo, Henrique Gouveia e Melo e Marques Mendes.
- O primeiro-ministro Luís Montenegro absteve-se de apoiar um candidato.
- Aguarda-se até 8 de fevereiro para saber se André Ventura consegue agregar a Direita.
No rescaldo da primeira parte das eleições presidenciais, várias figuras ligadas ao PSD, ao CDS-PP e à IL já afirmaram, nas últimas 24 horas, que vão votar em António José Seguro. O objetivo é consolidar apoios para a segunda volta.
Além dos votos declarados pelos partidos da Esquerda, Seguro poderá captar parte do eleitorado que votou em Cotrim Figueiredo, Henrique Gouveia e Melo ou Luís Marques Mendes na primeira volta. A ideia é ampliar o leque de apoios para o segundo escrutínio.
Com o primeiro-ministro Luís Montenegro a abster-se de apoiar um candidato, aguarda-se pela segunda-feira de 8 de fevereiro para saber se André Ventura conseguirá, segundo o objetivo dele, “agregar” a Direita.
Apoios da Direita a António José Seguro
Notáveis da direita afirmam alinhar com Seguro, numa perspetiva de evitar a vitória de Ventura. O movimento envolve lideranças de alguns partidos e elementos que estiveram na corrida presidencial, apontando para um cenário de alianças estratégicas para o segundo turno.
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