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Cinco candidatos recebem subvenção; seis não contam com apoio estatal

Subvenção pública é repartida entre candidatos com pelo menos cinco por cento; cinco recebem, seis ficam sem apoio estatal, num total de 4,18 milhões de euros

Primeira volta das eleições presidenciais decorreram no domingo
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  • Cinco dos onze candidatos que se apresentaram às eleições presidenciais vão receber subvenção estatal, enquanto os outros seis ficam sem apoio.
  • O montante total da subvenção é de 4,18 milhões de euros, calculado com base no Indexante dos Apoios Sociais (IAS).
  • 20 por cento do total é repartido entre os candidatos com pelo menos 5 por cento dos votos, e os 80 por cento restantes são distribuídos na proporção dos votos válidos.
  • Recebem subvenção: António José Seguro (31%), André Ventura (23%), João Cotrim Figueiredo (16%), Henrique Gouveia e Melo (12%), Marques Mendes (11%).
  • Não recebem: Catarina Martins, António Filipe, Jorge Pinto, Manuel João Vieira, André Pestana e Humberto Correia, todos com menos de 5 por cento. A segunda volta ocorre a 8 de fevereiro entre Seguro e Ventura.

Cinco dos onze candidatos que concorreram às eleições presidenciais de domingo vão receber a subvenção do Estado para financiar as campanhas. Os restantes seis não chegaram aos 5% dos votos expressos, segundo a lei em vigor.

O valor total da subvenção pública é calculado multiplicando por 10 mil o IAS, perfazendo 4,18 milhões de euros. Destes, 20% são distribuídos igualmente entre quem obteve pelo menos 5% e os 80% são proporcionais aos votos válidos.

Entre os candidatos com direito à subvenção estão António José Seguro (31%), André Ventura (23%), João Cotrim Figueiredo (16%), Henrique Gouveia e Melo (12%) e Marques Mendes (11%).

Quem recebe subvenção

Catarina Martins, António Filipe, Jorge Pinto, Manuel João Vieira, André Pestana e Humberto Correia ficaram fora do apoio financeiro, por terem ficado abaixo da fasquia de 5%.

Segundo dados da Entidade das Contas e Financiamentos Políticos, as candidaturas previam gastar mais de 4,9 milhões de euros na campanha. Luís Marques Mendes estimou a despesa mais alta, em 1,32 milhões de euros.

António José Seguro planeou gastar cerca de 1,13 milhões; Henrique Gouveia e Melo, perto de um milhão; André Ventura, 900 mil euros.

Seguro e Ventura seguem para a segunda volta das eleições presidenciais, marcada para 8 de fevereiro.

Despesas eleitorais previstas

Os valores totais indicavam ainda que os custos variariam conforme recursos e estratégias dos candidatos, com foco em publicidade, eventos e comícios. Os montantes finais dependem dos gastos comprovados ao longo da campanha.

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