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Catarina não impede fuga de votos do BE

Resultados de Catarina Martins ficam aquém das expectativas e podem impedir a subvenção estatal; candidata mantém o objetivo de eleger uma mulher para Belém

Catarina Martins discursa com o mote "Contigo"
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  • Catarina Martins teve menos de cinco por cento dos votos, não atingindo mínimos para subvenção estatal.
  • O resultado reforçou a leitura de fuga de votos do Bloco de Esquerda (BE) na primeira volta.
  • Martins reconheceu que o resultado ficou aquém do esperado e disse que vai manter o trabalho para que uma mulher chegue à Presidência.
  • A candidata revelou que votará em António José Seguro na segunda volta.
  • O BE mantém a liderança com o novo coordenador José Manuel Pureza a dizer que o desempenho de Martins seria “importante” para o futuro do partido.

Catarina Martins não atingiu o mínimo para aceder à subvenção estatal e a campanha do Bloco de Esquerda vê uma nova dor de cabeça nas contas do partido. O resultado da antiga líder do BE em presidencial foi inferior a 5%. A deputada europeia mantém a candidatura com foco no objetivo de uma mulher a chegar a Belém.

Segundo o novo coordenador do BE, José Manuel Pureza, o desenrolar eleitoral seria determinante para o futuro do partido. Na reta final, a líder histórica do BE viu-se confrontada com uma fuga de votos para outras opções. O recorte é interpretado pelo BE como parte do quadro eleitoral da primeira volta.

Catarina Martins reconheceu ficar aquém do que esperava, admitiu que o resultado fica muito abaixo do planeado e afirmou que a campanha contribuiu para discutir tabus, como a possibilidade de uma mulher ocupar a Presidência da República. A eurodeputada não abandonou o objetivo político, mantendo o foco na promoção de mudanças estruturais.

Resultados e posicionamento do BE

As contas do BE podem ficar impactadas pela não obtenção de subvenção, uma vez que o limiar de 5% é decisivo para o acesso a apoios estatais. A candidata terminou a votação com a quinta posição entre as candidaturas femininas, reforçando a historicidade do resultado no partido.

Catarina Martins pontuou que, para a segunda volta, apoiará António José Seguro, o candidato apoiado pelo PS, cuja votação é negociada entre forças de centro-esquerda. A líder reiterou que o voto útil pode influenciar o desfecho da contenda entre os dois candidatos.

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