- Catarina Martins encerrou a contagem com 116.184 votos (2,06%) entre 11 candidatos.
- É a bloquista com menos votos nas presidenciais e ficou abaixo do BE nas legislativas de 2025.
- A candidata admitiu desilusão, dizendo ter ficado muito abaixo do que esperava e que perdeu apoios para o voto útil à esquerda.
- Em termos nacionais, o BE teve cerca de 119 mil votos; Catarina somou 114.468 votos nas mais de três mil freguesias.
- Madeira (3,81%) e Açores (2,65%) foram as melhores regiões; Bragança foi a pior (1,09%). No exterior, Finlândia, Grécia e Suécia ficaram entre os melhores; Dinamarca ficou em quarto.
Catarina Martins ficou entre os menos votados na primeira volta das presidenciais, com cerca de 2%. A bloquista recebeu 116.184 votos, representando 2,06% entre 11 candidatos. Falta apurar apenas nove consulados a nível nacional.
A candidata apoiada pelo Bloco de Esquerda (BE) reconheceu desilusão com o resultado, admitindo ter ficado muito abaixo do esperado. A aliaça de esquerda atribui parte da derrota ao voto útil ao socialista António José Seguro.
Em comparação com eleições anteriores, o BE não superou o resultado de 2025, quando elegeu apenas 1 deputado com 1,99%. Em termos nacionais, o BE conquistou cerca de 119 mil votos, frente aos 114.468 de Martins.
Desempenho por território
Nos distritos do sul, Catarina Martins atingiu os melhores valores; Madeira (3,81%) e Açores (2,65%) destacaram-se. O distrito com menor resultado foi Bragança, com 1,09%.
No estrangeiro, a candidata destacou-se na Finlândia, Grécia e Suécia (terceira), e na Dinamarca (4.º). Em outros locais orbitou entre 2.º e 4.º lugares.
Entre na conversa da comunidade