- O mandatário financeiro da candidatura de André Ventura, Rui Paulo Sousa, congratula-se com as projeções de abstenção, dizendo que estas eleições poderão ter a maior afluência dos últimos 20 anos.
- As projeções apontam uma abstenção entre 35,6% e 43% nas presidenciais de hoje.
- Sousa destaca que as eleições são importantes para os portugueses e que a participação demonstra a democracia.
- A candidatura de André Ventura, apoiada pelo Chega, espera um bom resultado e não descarta boas notícias às 20:00.
- As previsões de abstenção variam entre canais: RTP aponta 37% a 43%, SIC/TVI entre 35,6% e 40,6%; o processo decorreu de forma democrática e pacífica.
O mandatário financeiro da candidatura de André Ventura, Rui Paulo Sousa, celebrou hoje as projeções de abstenção para as eleições presidenciais, afirmando que estas poderão marcar a maior afluência dos últimos 20 anos. A análise é valorada como indicadora de participação cívica elevada.
As projeções televisivas apontam uma abstenção entre 35,6% e 43%. Sousa considera que estes dados são promissores face aos últimos dois mandatos, sugerindo que o sufrágio poderá representar uma participação notável.
O responsável pela campanha destaca ainda a natureza democrática e pacífica do dia de votação, agradecendo aos eleitores que estiveram nas mesas de voto e a quem contribuiu para a organização do escrutínio. Afirmou que a campanha espera, naturalmente, um bom resultado.
Perspetivas de abstenção e desdobramentos
Às 19:00, a RTP apontava uma abstenção de 37% a 43%, enquanto SIC/TVI situava-a entre 35,6% e 40,6%. Em 2019, a abstenção chegou a 60,74%, número associado a contextos como a pandemia e alterações eleitorais para emigrantes.
A eleição decorre com 11 candidatos, entre eles André Ventura (Chega), Catarina Martins (Bloco de Esquerda), António José Seguro (PS) e Luís Marques Mendes (PSD/CDS). O escrutínio está a decorrer num cenário de expectativa sobre o desempenho de cada candidatura.
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