- O almirante Henrique Gouveia e Melo ficou em quarto lugar, com 12,34% (mais de 600 mil votos), falhando a travessia para Belém.
- Às 22h17, chegou ao Hotel Corinthia, em Lisboa, onde reconheceu a derrota e disse ter concorrido em consciência num contexto de grande instabilidade internacional, mantendo-se disponível para servir Portugal.
- Agradeceu aos apoiantes e destacou ter conseguido reunir pessoas de espectros políticos distintos; não indicou já em quem irá votar na segunda volta.
- O mandatário do PSD, Rui Rio, comentou a mudança no panorama político e disse que o almirante foi prejudicado pelas sondagens, sem revelar a sua decisão sobre o voto na segunda volta.
- Gouveia e Melo chegou ao hotel às 19h04, mostrou-se confiante apesar das sondagens desfavoráveis e afirmou ter dois planos para o futuro: continuar ou dedicar-se à vida privada.
O almirante Henrique Gouveia e Melo ficou em quarto lugar na corrida presidencial, com 12,34% dos votos, mais de 600 mil. Quarenta anos após Ramalho Eanes, não houve entrada de militar no Palácio de Belém.
Às 22h17, chegou ao Hotel Corinthia, em Lisboa, onde era aguardado por apoiantes. Numa altura de derrota, reconheceu ter concorrido em consciência, num contexto de instabilidade internacional, e afirmou manter-se disponível para servir Portugal.
Gouveia e Melo agradeceu aos mais de 600 mil portugueses que o apoiaram e declarou que o movimento que liderou reuniu pessoas de várias cores políticas. Refere ainda não saber se apoiará o segundo turno e comentou que não devia haver sondagens no período eleitoral.
Rui Rio, mandatário da candidatura, marcou presença entre as figuras políticas, admitindo que a ausência de estrutura partidária dificultou a vitória. O ex-líder do PSD destacou uma mudança significativa no panorama político português e a polarização de votos entre várias candidaturas.
O candidato chegou ao hotel sozinho, às 19h04, com um gesto de confiança. Questionado sobre o futuro, respondeu que pretende manter-se disponível para os portugueses, com dois caminhos possíveis: continuar ou encerrar a vida pública e regressar à privada.
Entre jovens apoiantes, Simão, 21 anos, disse ter apoiado o almirante pela sua competência e personalidade, e Vitória, também de 21, afirmou que na política é essencial acreditar até ao fim. Ambos são militantes do PSD e estavam entre os presentes.
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